Cais do mercado, Rio de Janeiro,1901
Gustavo Dall’Ara (Itália-Brasil, 1865-1923)
óleo sobre madeira, 47 x 74 cm
Coleção Fadel
Cais do mercado, Rio de Janeiro,1901
Gustavo Dall’Ara (Itália-Brasil, 1865-1923)
óleo sobre madeira, 47 x 74 cm
Coleção Fadel
“Voa um par de andorinhas, fazendo verão. E vem uma vontade de rasgar velhas cartas, velhos poemas, velhas contas recebidas. Vontade de mudar de camisa, por fora e por dentro… Vontade… para que esse pudor de certas palavras?… vontade de amar, simplesmente.”
Em: Canções seguido de Sapato florido e A rua dos cataventos. Mário Quintana, Alfaguara:n 2012
Devo-te oitenta! Mas quero
pagar-te em nota de cem…
– Me empresta mais vinte! Espero
devolver no mês que vem!
(Renato Alves)
Natureza morta
Ado Malagoli (Brasil, 1906-1994)
óleo sobre tela, 65 x 82 cm
Natureza morta
Rodolfo Amoedo (Brasil, 1857-1941)
óleo sobre tela – 36 x 53 cm
Museu de Arte da Bahia
Paisagem de Campinas, c. 1940
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
O colecionador
Charles Spencelayh (Inglaterra, 1865-1958)
óleo sobre tela, 25 x 24 cm
“Pessoas assim, como este Sr. José, em toda a parte as encontramos, ocupam o seu tempo ou o tempo que creem sobejar-lhes da vida a juntar selos, moedas, medalhas, jarrões, bilhetes postais, caixas de fósforos, livros, relógios, camisolas desportivas, autógrafos, pedras, bonecos de barro, latas vazias de refrescos, anjinhos, cactos, programas de óperas, isqueiros, canetas, mochos, caixinhas de música, garrafas, bonsais, pinturas, canecas, cachimbos, obeliscos de cristal, patos de porcelana, brinquedos antigos, máscaras de carnaval, provavelmente fazem-no por algo a que poderíamos chamar angústia metafísica, talvez por não conseguirem suportar a ideia do caos como regedor único do universo, por isso, com as suas fracas forças e sem ajuda divina, vão tentando pôr alguma ordem no mundo, por um pouco de tempo ainda o conseguem, mas só enquanto puderem defender a sua coleção, porque quando chega o dia de ela se dispersar, e sempre chega esse dia, ou seja por morte ou seja por fadiga do colecionador, tudo volta ao princípio, tudo torna a confundir-se.”
Em: Todos os nomes, José Saramago
A leitura, 1907
Léon Delachaux (França-EUA, 1850-1919)
óleo sobre tela, 63 x 75 cm
Museu D’Orsay
Um mimo delicioso
Antoine Emile Plassan (França, 1817–1903)
óleo sobre tela
Vendedores de copos de leite, 1980
Adelson do Prado (Brasil, 1944-2013)
óleo sobre tela, 61 x 50 cm

Florista, 2018
Mário Mariano (Brasil, 1947)
óleo sobre cartão, 40 x 34 cm











