Natureza morta com flores, 1956
Yolanda Mohalyi (Romênia, 1909 — Brasil, 1978)
guache sobre papel, 48 x 67 cm
Natureza morta com flores, 1956
Yolanda Mohalyi (Romênia, 1909 — Brasil, 1978)
guache sobre papel, 48 x 67 cm
Fongwei Liu (China, contemporâneo)
óleo sobre tela
“Pense bem. De onde é que as palavras vêm? Elas vêm dos mortos. Nós as herdamos. Tomamos emprestadas. Fazemos uso delas por um tempo a fim de trazer os mortos à vida.Os gregos antigos acreditavam que, sempre que você lia em voz alta, na verdade eram os mortos que pegavam a sua língua emprestada para falar outra vez.”
Em: A terra inteira e o céu infinito, Ruth Ozeki, Rio de Janeiro, Casa da Palavra:2014,tradução de Daniela P. B. Dias e Débora Landsberg, página 378.
Paisagem da Ilha de Paquetá, 1940
George Wambach (Bélgica/Brasil, 1902 -1965)
oleo sobre tela, 49 x 72 cm
Sucesso ©Maurício de Sousa.
Quase finda a travessia,
vendo o marco da chegada
sinto que, sem ousadia
a vida não vale nada.
Artesania anônima, origem francesa, de Limoges
Cobre, esmalte em champlevé, cristal, vidro, alma em madeira
Victoria & Albert Museum, Londres
Thomas Becket foi assassinado em 1170 (29 de dezembro) na catedral de Canterbury onde era arcebispo. O mandante do crime levado a cabo por quatro cavaleiros da corte foi o Rei Henrique II. Esse evento foi amplamente noticiado e logo provocou indignação em toda a Europa. O túmulo de Becket, que foi canonizado em 1173, tornou-se um lugar de peregrinação famoso até, 1538 quando foi destruído, como parte da Dissolução dos Mosteiros, provocada pelo rei Henrique VIII. As relíquias de Becket foram muito procuradas e muitas vezes eram alojadas em cofres elaborados, semelhantes a esse.
Este cofre tem como decoração cenas dos últimos momentos da vida de Becket, seu assassinato, enterro, e a elevação de sua alma ao céu. Cenas do martírio de Becket foram comuns em Canterbury.