Paisagem com rio e figura
Clóvis Péscio (Brasil, 1951)
óleo sobre tela, 70 x 90 cm
Paisagem com rio e figura
Clóvis Péscio (Brasil, 1951)
óleo sobre tela, 70 x 90 cm
As luzes, 1992
Carlos Heraldo Sorensen (Brasil, 1928 – 2008)
óleo sobre tela, 65 x 50 cm
Praça da Harmonia, 2016
Fernando Mendonça (Brasil, 1962)
acrílica sobre tela, 40 x 70 cm
Imersão mística
Charles-Clos Olsommer (Suíça, 1883 – 1966)

Miranda, de A Tempestade, 1916
John William Waterhouse (GB, 1849 – 1917)
óleo sobre tela, 100 x 137 cm
Coleção Particular
Luís Pimentel
Nada restará depois das águas.
São assim as tempestades
que vêm quando menos se espera
ou quando mais se procura.
Nada sobrará desses barulhos
de raios, fogo e trovões aflitos,
corações aos gritos, a treva lá fora.
Nada restará deste silêncio,
além do pingo choroso na torneira.
Pouco a se fazer depois dos tombos:
desentupir os ralos, enterrar os mortos,
secar os panos e fechar as janelas.
Por fim seguir aos trancos e trancos,
até a queda do próximo barranco
— sem contornos, sem encostas.
Em: As miudezas da velha (e outros poemas miúdos), Luís Pimentel, Rio de Janeiro, Myrrha: 2003, 2ª edição, página 48. [Prêmio Jorge de Lima de Poesia, da União Brasileira de Escritores]
Primavera em Saint Hubert, c. 1915
Eliseu Visconti (Itália/Brasil, 1866 – 1944)
óleo sobre tela, 36 x 49 cm
Coleção Airton Queiroz
Natureza morta com carambolas, romãs e uvas
Áurea Bertacchini, (Brasil, 1946)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm 84 x 104 cm)
Antigas regatas de Vitória
Isabel da Rocha Braga (Brasil, 1914 -1987)
acrílica sobre tela
Raro adorno para a cabeça (grinalda)
Dinastia Tang, séculos VII-IX Era Comum,
ouro, 31 cm
China
Este é um exemplo da confluência de duas culturas em um único objeto, produzido na China, entre os séculos VII e IX. Além disso, esta coroa mostra alto grau de artesanato.
O cavalo galopante, que faz parte do design em cada ponta deste adorno de cabeça, mostra a influência de uma cultura nômade, de uma tribo, das estepes da Asia Central. As patas deste bravo animal praticamente não tocam o chão. Parecem cavalos elevados a um status mítico, com chifres e ancas em chamas. Por outro lado, os desenhos de flores remetem à dinastia Tang, das linhas entrelaçadas que as sustentam.
É aí que encontramos o casamento de duas culturas em um único objeto.
Cartão postal da Alemanha, de Ernst Kuzer, 1913.
Para de amor cantar mágoas,
foi que se fez o violão,
que a gente aperta no peito,
e encosta no coração…
(Adelmar Tavares)