Retrato de Vera Repina, esposa do pintor, lendo, 1882
Ilya Repin (Rússia,1844 -1930)
óleo sobre tela, 64 x 53cm.
Retrato de Vera Repina, esposa do pintor, lendo, 1882
Ilya Repin (Rússia,1844 -1930)
óleo sobre tela, 64 x 53cm.
Natureza morta com paisagem, 1969
Aldo Bonadei (Brasil, 1906 – 1974)
óleo sobre tela, 54 x 81 cm
Praça Pinheiro Machado, POA, 1955
Gastão Hofstetter (Brasil, 1917-1986)
óleo sobre tela, 49 x 61cm
Pinacoteca Aldo Locatelli
Lendo à margem do lago IV
Nithya Swaminathan (Índia, contemporânea)
acrílica sobre tela, 25 x 25 cm
Aqueduto da Carioca, também conhecido como Arcos da Lapa
Concluído em 1750 com projeto do brigadeiro José Fernandes Pinto Alpoim, esta solução para o problema do fornecimento da água ao centro da cidade, levou meio século para ser construído. Em alvenaria, apresenta duas fileiras superpostas de arcos romanos. É uma obra monumental que mudou imediatamente o aspecto da cidade.

Levava as águas do Rio Carioca, nascido no Silvestre, aos tanques e chafarizes que abasteciam a cidade. A estrutura tem 17,6 metros de altura e 270 metros de comprimento, distribuídos em 42 arcos duplos. Vai do morro de Santa Teresa até o Convento das Carmelitas.

Em 1896, outros meios de fornecimento de água para a cidade tendo sido achados, o aqueduto foi convertido em via para bondes servindo o bairro de Santa Tereza.

Logo construções ilegais preencheram os arcos, seus habitantes confiando no famoso jeitinho carioca, na permanente falta de cuidado com a coisa pública. A primeira tentativa de acabar com o casario ali instalado foi no governo do Prefeito Pereira Passos (1902-1906). Depois, em 1960, descobrindo o valor turístico que uma construção deste porte do século XVIII pode ter, o governo voltou a liberar arcos já de novo transformados em moradia.


Jacqueline au chevalet 1956
Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)
Marca com selo numerado
Cerâmica branca pintada e esmaltada. Diâmetro: 42.3 cm
Projetado e executado em 1956, edição de 200, numerada
Bananeiras, década 1940
Dario Mecatti (Itália, 1909 – 1976)
óleo sobre tela, 30 x 37 cm
Avenida São João com Ipiranga
Marcos Zechetto (Brasil, 1949)
óleos sobre tela
Paisagem urbana, s.d.
Takeshi Suzuki (1908-1987) V
óleo sobre tela, 60 X 73 cm

Esquina do Anhagabaú, SP, 1952
Jorge Mori (Brasil, 1932 – 2018)
óleo sobre placa, 54 x 65 cm
PINA – Pinacoteca do Estado de São Paulo
Mappin, 1991
Agostinho Batista de Freitas (Brasil, 1927-1997)
óleo sobre tela, 78 x 120 cm
Praça D. Pedro II, SP, abril de 1968
Innocêncio Borghese (Brasil, 1897- 1985)
óleo sobre tela colada em eucatex, 25 x 34 cm

São Paulo das motos, 2015
João Emílio Gerodetti (Brasil, contemporâneo)
técnica mista
Praça de Azevedo
Adolfo Fonzari (Itália/Brasil, 1880-1959)
óleo sobre papelão, 18 x 26 cm
PINA – Pinacoteca do Estado de São Paulo
Rua General Carneiro – São Paulo, 2004
Márcio Schiaz (Brasil,1965)
óleo sobre tela, 100 x 70 cm
Flores, 1941-44
Gilberto Trompowsky (Brasil, 1912-1982)
óleo sobre tela, 91 x 72 cm
O livro azul
Marc Chalmé (França, 1969)
óleo sobre tela
Um artigo interessante em Medium, de Emily Underwood, expõe o que ajuda a memória quando queremos nos lembrar do que lemos.
Não há novidades. Mas fiquei surpresa de saber que ler na tela eletrônica não oferece vantagem na memorização do que lemos. Ao contrário a tendência é passarmos os olhos sobre o texto.
O que nos faz memorizar é a leitura ativa: tomar notas, fazer um desenho, uma linha do tempo, falar com um amigos sobre o que leu. O que importa é fazer conexões mentais do lido com sua experiência de vida. Conectar o que se lê com aquilo que já conhecemos.
O bom leitor vai além. Vai além da emoções e da perspectiva sobre o que leu. O objetivo de ler não deve ser a memorização, mas a reflexão sobre o que se lê e a visão que se adquire com aquilo que foi lido.