Natal, huhn…

20 11 2021




Natalinas: Machado de Assis

20 11 2021

Lendo no ateliê do artista

Barry Thomas (EUA, 1961)

óleo sobre tela

“Mudaria o Natal, ou mudei eu?”

Machado de Assis





Imagem de leitura — Anton Faistauer

20 11 2021

A leitora

Anton Faistauer (Austria, 1887-1930)

óleo sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

20 11 2021

Cesto de flores

Israel Faria Sodré (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 60 x 80 cm





Presentes?

19 11 2021




Palavras para lembrar: Alphonse de Lamartine

19 11 2021

Anna lendo, 2011

Jessica Libor (EUA, contemporânea)

óleo sobre tela, 60 x 76 cm

 

 

“Livros são a luz que guia a civilização.”

Alphonse de Lamartine





Rio de Janeiro, uma joia tropical

19 11 2021

Pão de Açúcar

Augusto Herkenhoff (Brasil, 1965)

acrílica sobre tela, 50 x 40 cm





Eu, pintora: Clara Peeters

18 11 2021

Vanitas, com autorretrato [Provável], c. 1618

Clara Peeters (Flandres, 1584 – 1657)

Óleo sobre madeira, 37 x 50 cm

Coleção Particular





Parentes no século XIII ?

18 11 2021

Árvore de Jessé, 1499

Absolon Stumme (Ativo na Alemanha, ? –1499)

têmpera e folha de ouro sobre painel de madeira

Museu Nacional de Varsóvia

Interessante programa da BBC, titulado Who do you think you are?,  estabeleceu, entre outros assuntos, que uma pessoa nascida na Inglaterra em meados do século XX  tem 80% de chance de ter  sua ancestralidade conectada até início do século XIII. E que árvores genealógicas estão sempre se interconectando, o que nos permite verificar que no fundo, somos todos parentes.

Quando leio sobre história, tento imaginar o que meus antepassados faziam no século XIV,  XVI,  ou outros, e fico feliz de ver que houve, através dos séculos, pessoas que sobreviveram até idade de poderem se reproduzir, numa cadeia sequencial inimaginável, chegando a mim, meus pais, meus filhos, às pessoas que conheço.  Somos frutos desses bem-aventurados que não morreram de gripe, de pandemia, de doenças na primeira infância.  Vinte a trinta por cento de todas as crianças nascidas na Idade Média, morriam antes dos sete anos de idade.  Morria-se de tuberculose, de infecções de um corte, de  queimadura.  Somos frutos de pessoas que não morreram, em guerras, em embates armados, nem de fome ou de frio.  Antepassados que não morreram de perseguição religiosa, ou  ambientes insalubres, que não morreram nas garras de animais que caçavam e que chegaram aos treze, quatorze, quinze anos saudáveis bastante para ter filhos que por sua vez tiveram sucesso em seu próprio crescimento, e foram capazes de gerar filhos saudáveis que os criaram ou encontraram alguém que os criasse, em sequência, de geração em geração.  O índice de mortalidade dos séculos anteriores ao nosso era muito alto.

 

Somos preciosos.  Batemos a morte em sequências que não conhecemos, para chegarmos até aqui.

 

BBC, artigo, clique aqui.

 





Hora do Natal, hora de poesia…

17 11 2021