Em casa: Meegan Barnes

8 10 2023

Virgil Normal

Meegan Barnes (EUA, contemporânea)

técnica mista sobre papel





Imagem de leitura: Khaimov Yakov Markovich

7 10 2023

Graduadas, 1958

Khaimov Yakov Markovich (Belarússia, 1924-1991)

Óleo sobre tela, 128 x 100 cm





Flores para um sábado perfeito!

7 10 2023

Rosas vermelhas, bem vermelhas

Carlos Bracher (Brasil, 1940)

óleo sobre tela, 81 x 60 cm

 

 

 

 

Flores

Adolfo Fonzari (Itália-Brasil,1880 – 1959)

óleo sobre tela, 60 x 50 cm





Rio de Janeiro: entre mar e montanhas

6 10 2023

Mercado de flores com Igreja da Glória ao fundo, 1991

Alfredo Lowenstein  (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 22 x 27 cm





Bate-papo com Ladyce West

5 10 2023




Meus favoritos: Antonello da Messina

5 10 2023

Virgem anunciada, 1475

Antonello da Messina (Sicília, c. 1429-1431– 1479)

óleo sobre madeira, 45 x 24 cm

Palazzo Abatellis, Sícilia

 

 

Na época em que o pintor viveu, a Sícilia estava sob domínio da Espanha.  Também sob domínio da Espanha estava a região de Flandres e dos Países Baixos.  A influência dos mestres pintores da Europa do Norte é imediatamente sentida.  Como?  Pelo retrato de Maria.  Antonello não a coloca em qualquer ambiente.  Estamos vendo uma mulher, de carne e osso, retratada da cintura para cima.  É um retrato nos termos dos retratos de Jan van Eick e seus contemporâneos: é uma pessoa reconhecível, uma pessoa com aparência comum. Grande parte dos retratos do pintor seguem a tradição da pintura da Europa do Norte. Maria tem muito pouco que a identifique como a futura mãe de Jesus.  Ela não tem halo que signifique sua santidade.  Esta nos é dada por dois elementos, que no século XV estavam associados à Anunciação de Maria: o manto azul e o porta-Biblia.  Na tradição iconográfica da época, Maria, quando está sendo anunciada pelo anjo Gabriel, tem  a leitura dos textos sagrados interrompidos.  Mas também porta um véu azul.  Aqui, neste quadro, Antonello inventa. Esse momento já passou.  Gabriel já foi embora, por isso o título Maria Anunciada (no passado). Vemos, então, Maria,  um tanto atônita, retomar sua leitura.  Há a transmissão de um grande silêncio nessa tela, grande impacto, porque não há nada que distraia nossa atenção.  Não há anjo.  Não há o vaso com lírio simbolizando sua pureza.  Ela não está na tradicional varanda. Não há mobiliário que leve nossos olhos a outros lugares.  Não há hortus conclusus significando sua virgindade. Não temos a pomba do Espírito Santo, nem as frases ditas pelo arcanjo. Tudo foi retirado.  Nosso foco é nessa moça, tímida, com os olhos baixos e desviados do livro, como se acompanhasse o voo de despedida de Gabriel.  O fundo escuro nos faz prestar atenção nela. Toda força emocional está em seu rosto. 

Antonello da Messina não só foi inovador na representação de Maria, mas aproveitou o momento também para mostrar quão exímio era na representação da perspectiva, fazendo um belo escorço na mão estendida de Maria. 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

4 10 2023

Laranjas

Eurico Caiuby (Brasil, 1888-

óleo sobre tela, 85 cm x 75 cm

 

Natureza Morta

Joaquim Lopes Figueira, Jr. (Brasil, 1904 – 1943)

óleo sobre tela colado em placa. 50 x 58 cm





Trova de São Francisco

4 10 2023

 

 

Adelson do Prado (1944) Arca de Noé (1978) Óleo sobre tela 27 x 33 cmArca de Noé, 1978

Adelson do Prado (Brasil, 1944)

óleo sobre tela, 29 x 33 cm

 

 

Defendei, meu São Francisco,

os cachorrinhos e os gatos.

Protegei-os contra o risco

do abandono e dos maus-tratos.

 
(A. A. de Assis)





4 de outubro, dia de São Francisco, protetor dos animais!

4 10 2023

São Francisco de Assis, 1978

Adelson do Prado (Brasil, 1944- 2013)

óleo sobre tela, 50 x 50 cm

 

 

São Francisco, 1991

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925-2019)

óleo sobre tela, 50 x 60cm

 

 

 

São Francisco

Gildásio Jardim Barbosa (Brasil, contemporâneo)

pintura em tecido estampado

São Francisco, 1969

Januário [Sebastião Januário] (Brasil, 1939)

óleo sobre tela, 92 x 65 cm

 

 

 

São Francisco, 1968

João Câmara (Brasil, 1944)

óleo sobre tela

 

 

 

São Francisco de Assis, 1970

Vicente do Rego Monteiro (Brasil, 1899-1970)

óleo sobre tela, 81 X 56 cm





O estilo do grilo, poesia infantil de Luiz Infante

3 10 2023
Ilustração de Nina Tenser

O estilo do grilo

 

Luiz Infante

 

Era uma vez um grilo

que morava numa gaiola

em grande estilo.

De cri-cri em cri-cri

Foi vivendo tranquilo

A comer alface ao quilo,

Quase tão voraz

Como qualquer esquilo.

Respondendo ao protesto

Sobre o ruído que fazia,

Disse com ironia

“Se era silêncio que queria

Era só pedi-lo,

Que um grilo não é

Uma telefonia”

 

 

Em: Poemas Pequeninos para Meninas e Meninos, Luiz Infante, V. N. de Gaia: Gailivro: 2003, p 40