Girassois
Jorge Mori (Brasil, 1932-2018)
óleo sobre tela, 55 x 46 cm
Natureza Morta, 1978.
Glênio Bianchetti (Brasil, 1928-2014
óleo s obre tela colado em madeira, 33 x 26 cm
Girassois
Jorge Mori (Brasil, 1932-2018)
óleo sobre tela, 55 x 46 cm
Natureza Morta, 1978.
Glênio Bianchetti (Brasil, 1928-2014
óleo s obre tela colado em madeira, 33 x 26 cm

Ontem foi dia de encontro memorável: nós quatro, escritoras cariocas, que nem sempre moramos no Rio de Janeiro, nos encontramos para um excelente bate-papo, muito esperado e inspirador que durou um pouco mais de quatro horas. Que venham mais.
Vicente de Carvalho
Olhos encantados, olhos cor do mar
Olhos pensativos que fazeis sonhar!
Que formosas cousas, quantas maravilhas
Em vos vendo sonho, em vos fitando vejo:
Cortes pitorescos de afastadas ilhas
Abanando no ar seus coqueirais em flor,
Solidões tranquilas feitas para o beijo,
Ninhos verdejantes feitos para o amor…
Olhos pensativos que falais de amor!
Vem caindo a noute, vai subindo a lua…
O horizonte, como para recebê-las,
De uma fímbria de ouro todo se debrua;
Afla a brisa, cheia de ternura ousada,
Esfrolando as ondas, provocando nelas
Bruscos arrepios de mulher beijada…
Olhos tentadores da mulher amada!
Uma vela branca, toda alvor, se afasta
Balançando na onda, palpitando ao vento;
Ei-la que mergulha pela noute vasta,
Pela vasta noute feita de luar;
Ei-la que mergulha pelo firmamento
Desdobrado ao longe nos confins do mar…
Olhos cismadores que fazeis cismar!
Branca vela errante, branca vela errante,
Como a noite é clara! como o céu é lindo!
Leva-me contigo pelo mar… Adiante!
Leva-me contigo até mais longe, a essa
Fímbria do horizonte onde te vais sumindo
E onde acaba o mar e de onde o céu começa…
Olhos abençoados, cheios de promessa!
Olhos pensativos que fazeis sonhar,
Olhos cor do mar!
(Poemas e canções, 1908)
Paisagem Floresta da Tijuca, Capela Mayrink, 1948
Angelo Cannone (Itália-Brasil, 1899 – 1992)
óleo sobre madeira, 33 X 39 cm
Uma leitura interessante
Ernst Anders (Alemanha,1845 – 1911)
óleo sobre madeira, 35 x 26 cm
Tomates verdes e maduros
Colette Pujol (Brasil, 1913-1999)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Chuchus e tomates
João Faria Vianna (Brasil, 1905-1975)
óleo sobre eucatex, 21 x 40cm
Não vivas com tanta pressa…
Não sigas correndo assim…
– Quem vive muito depressa,
chega mais depressa ao fim…
(Rodolpho Abbud)
Ruína da Velha Igreja de Nossa senhora da Conceição em Jurujuba – Niterói, 1943
Gastão Formenti (Brasil,1894-1974)
óleo sobre tela, 60 x 81 cm











