Vaso de cobre com cravos vermelhos e brancos, s.d.
Domingos Gemelli (Brasil, 1903-1985)
óleo sobre tela, 33 x 41 cm
Coleção Particular
Vaso de cobre com cravos vermelhos e brancos, s.d.
Domingos Gemelli (Brasil, 1903-1985)
óleo sobre tela, 33 x 41 cm
Coleção Particular
Feira livre na Glória, 1991
Alfredo Lowenstein (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 22 x 27 cm
Mesa com frutas tropicais ao fundo o Pão de Açúcar
Celso de Oliveira (Brasil, 1945)
óleo sobre tela, 70 X 100
Casa de Rubem Braga em Cachoeiro de Itapemirim
Aldo Garcia Roza (Brasil,1907- 1997)
óleo sobre tela
Leitora, 1905
Theodeor Axentowicz, (Polônia 1859- 1938)
pastel sobre papel
Olavo Bilac (Brasil, 1865-1918), em Via Láctea, 1888, IV [“Como a floresta secular, sombria”]
Porto de Santos, 1986
Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)
acrílica sobre tela, 54 x 46 cm
Ribeiro Couto
Nasci junto ao porto ouvindo o barulho dos embarques.
Os pesados carretões de café
Sacudiram as ruas, faziam trepidar o meu berço.
Cresci junto ao porto, vendo a azáfama dos embarques.
O apito triste dos cargueiros que partiam
Deixava longas ressonâncias na minha rua.
Brinquei de pegador entre os vagões das docas.
Os grãos de café, perdidos no lajedo,
Eram pedrinhas que eu atirava noutros meninos.
As grades de ferro dos armazéns, fechados à noite,
Faziam sonhar (tantas mercadorias!)
E me ensinavam a poesia do comércio.
Sou bem teu filho, ó cidade marítima,
Tenho no sangue o instinto da partida,
O amor dos estrangeiros e das nações.
Oh, não me esqueças, nunca, ó cidade marítima,
Que eu te trago comigo por todos os climas
E o cheiro do café me dá tua presença.
Em: Poesia Brasileira para a Infância, Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito, São Paulo, Saraiva: 1967, Coleção Henriqueta, p. 17.
Na Dacha, no verão, s.d.
Sergei Vinogradov (Rússia, 1869 – 1938)
óleo sobre tela
No Jockey, 1993
Mauro Bandeira de Mello (Brasil, 1960)
óleo sobre tela, 54 x 65 cm
Autorretrato, 1909
Joaquin Sorolla (Espanha, 1863 – 9123)
óleo sobre tela, 46 x 21 cm
Leitura no jardim
Béla Balla (Romênia, 1882 – 1965)
Clarice Lispector










