
Natureza morta, 1959
Atan Lisboa de Meirelles (Brasil, 1905 – ?)
óleo sobre tela, 95 x 128 cm

Natureza morta, 1959
Atan Lisboa de Meirelles (Brasil, 1905 – ?)
óleo sobre tela, 95 x 128 cm
Hemingway in Paris, gravura de Michela Akers.
“Desceu para tomar o café da manhã no MacDonald’s. Não se achava merecedor de mais do que um suco de laranja azedo e um croissant gorduroso. Deixou de lado o saquinho de chá e bebeu a água quente. Seu vizinho de mesa, um homenzinho com um boné de golfe todo roído de traça, uma barba de quinze dias e uma camisa suja, comia batata frita e bebia um refrigerante; sua mão pairava sobre um bolo de chocolate como se o protegesse. Virgile não admitiria isso para ninguém, mas gostava de ir ao McDonald’s. Não era um local agradável ou bonito, mas sentia-se em casa ali. Se Hemingway desembarcasse em Paris nos dias de hoje, já não teria recursos para frequentar os cafés como fazia na década de 1920. O único canto onde poderia se instalar para beber um café e escrever seria o McDonald’s. Em nenhum outro lugar uma pessoa pode se refugiar no calor durante horas por uma quantia módica. Os pobres, os estudantes e o pessoal da periferia sabem muito bem disso; podem-se checar e-mails, estudar para uma prova ou para as aulas, escrever; os moradores de rua leem os jornais de distribuição gratuita e fingem beber alguma coisa de um copo que pegaram em uma bandeja. A ideia de um local de alimentação para pessoas simples fora deixada nas mãos de uma caricatura de empresa capitalista. O fast-food tornara-se o único local caloroso, vivo e popular. Era deprimente.”
Em: Talvez uma história de amor, Martin Page, tradução de Bernardo Ajzenberg, Rio de Janeiro, Editora Rocco: 2009, páginas 69-70.
Vaso com flores, 1970
Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)
óleo sobre tela, 48 x 40 cm
Natureza Morta, 1940
Antônio Cunha (Brasil, ? – ?)
óleo sobre tela, 59 x 48 cm
Leitura entre brancos
Monica Castanys (Espanha, 1973)
óleo sobre tela, 60 x 60 cm
Paisagem com Rio, Blumenau, SC, 1956
Armando Viana (Brasil, 1897 – 1992)
óleo sobre tela, 33 x 40 cm.
Globo celestial com movimento , 1579
Gerhard Emmoser (Alemanha, ativo 1556 – 84)
Local de origem: Viena, Áustria
Prata e latão dourados na caixa, e movimento em aço.
Dimensões: No todo 27 × 20 × 19 cm
Diâmetro do globo: 14 cm
Metropolitan Museum, Nova York
[Item não está na exposição permanente]
Há algum tempo atrás este globo rodava, mostrando as constelações. É um objeto único, extraordinariamente complexo como a tecnologia mecânica demonstra. Tem também grande beleza estética. Pertenceu ao Santo Imperador Romano, Rodolfo II da Áustria, (reinou de 1576 a 1612) que o mantinha no seu Gabinete de Curiosidades. Era considerado valioso tanto pela sua função como objeto científico, como por sua forma elegante. Pégaso segura o que aparenta ser um globo leve nas suas asas abertas. A astronomia foi uma ciência que cresceu bastante nessa época graças aos conhecimentos de aritmética e geometria consideradas “as asas da mente humana”.















Geada em Campos do Jordão
Rubens Bustamante Sá (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 46 x 65 cm
Natureza morta
Lucilia Fraga (Brasil, 1895 -1979)
óleo sobre tela, 72 x 54 cm