Flores para um sábado perfeito!

15 07 2023

Flores, frutas e peixes

Adir Sodré  (Brasil, 1962-2020)

acrílica sobre  tela, 94 x 63 cm

 

 

 

Vaso de flores e anjos em Ouro Preto, 2005

Santa (Brasil, MG, contemporânea)

óleo sobre tela, 100 x 80 cm

 

 

Jarro com Flores e peixes,1979

Petrônio Bax (Brasil, 1927-2009)

óleo sobre placa, 30 x 25 cm





Imagem de leitura — Sophia Oshodin

14 07 2023

Lugar seguro

Sophia Oshodin (contemporânea, baseada em Londres)

acrílica sobre tela, 61 x 76 cm





Rio de Janeiro: entre mar e montanhas

14 07 2023

Uma fazenda no caminho novo de Botafogo, 1868

Henri Vinet (França-Brasil, 1817- 1876)

óleo sobre tela, 70 x 100 cm

 





Mas você só pinta aquarelas?

13 07 2023

O fio comum, 2020

Alisa Shea (EUA, contemporânea)

aquarela sobre papel, 63 x 40 cm

Dar conta do recado, 2019

{Título é um trocadilho visual entre cut the mustard,

(dar conta do recado) e a imagem.}

Alisa Shea (EUA, contemporânea)

aquarela sobre papel, 43 x 76 cm

Um toque feminino, 2021

Alisa Shea (EUA, contemporânea)

aquarela sobre papel, 35 x 50 cm

Um gato entre pombos, 2022

Alisa Shea (EUA, contemporânea)

aquarela sobre papel, 45 x 45 cm

Sorria, querida, 2021

Alisa Shea (EUA, contemporânea)

aquarela sobre papel, 43 x 35 cm

Senhora pintada, 2014

Alisa Shea (EUA, contemporânea)

aquarela sobre papel, 35 x 25 cm

Estou bem. Está bem. Tudo está bem., 2021

Alisa Shea (EUA, contemporânea)

aquarela sobre papel, 55 x 48 cm

Vanitas Domina., 2022

[A vaidade domina]

Alisa Shea (EUA, contemporânea)

aquarela sobre papel, 35 x 53 cm

Fechado na quinta, 2020

Alisa Shea (EUA, contemporânea)

aquarela sobre papel, 26 x 48 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

12 07 2023

Natureza morta com cesto

Leonor Botteri (Brasil, 1906-1998)

óleo sobre tela, 46 x 55 cm

 

 

 

Natureza morta, 2007

Douglas Okada (Brasil, 1984)

óleo sobre tela





Lugares imaginários: Porto Negro

12 07 2023

Paisagem, 1979

Francisco Rebolo (Brasil, 1902- 1980)

óleo sobre tela, 35 x 46 cm

 

Porto Negro é a cidade fictícia, capital da Ilha de São Cristóvão, localizada no Oceano Pacífico. É a cidade onde se passa o romance de Norberto Morais, O pecado de Porto Negro: uma cidade estabelecida e enraizada no imaginário luso-colonial.  Poderia ser localizada tanto no Brasil, quanto em Cabo Verde; em Angola ou Moçambique; ou em qualquer outro lugar fundado por portugueses, porque nela nos familiarizamos com o mundo arquétipo do colonialismo lusitano que entendemos pela familiaridade cultural.





Nossas cidades: Itaboraí

11 07 2023

Paisagem com Igreja em Itaborahy, 1992

Clauber Cecconi (Brasil, 1939)

óleo sobre tela, 46 x 32 cm





Passeio de domingo: casa de campo, montanha ou costa?

9 07 2023

Praia

Oscar Araripe, ( Rio de Janeiro, contemporâneo)

óleo sobre tela,  86 x 110 cm

Paisagem com rio, 1968

Edgar Walter (Brasil, 1917-1994)

óleo sobre tela, 81 x 101 cm

Paisagem com flamboyant,1936

Milton Dacosta  (Brasil, 1915-1988)

óleo sobre tela, 45 X 54 cm





Em casa: Elena Petrova

9 07 2023

Hotel, 2022

Elena Petrova (Rússia, 1974)

óleo sobre tela, 100 x 120 cm





Novos tempos?

9 07 2023

The Interval At The Theatre Painting by Charles Henry Tenre - Pixels

Intervalo na noite do teatro de Valençay

Charles Henry Tenré (França, 1864-1926)

óleo sobre tela

Musée d’Art et d’Industrie, Roubaix

Julho, férias e vontade de ver o que está em cena nos teatros, que anda aparecendo nos nossos musicais?  Vendo o oferecido no Rio de Janeiro, em breve passagem pelo sítio de ingressos,  concluo que estamos sem presente.  Estamos vivendo no passado.  Procurei por espetáculo musical.  Encontrei muitos. Encontrei samba, das mais variadas raízes, nenhuma das quais me seduziu, e muita música da época junina.  Nem sabia que havia tanta produção junina assim..  Mas a maioria a maioria mesmo dos espetáculos para julho toma a forma tributos a estrelas, grupos ou músicas do passado.  Temos Cazuza, Gonzaguinha, Abba, Bee Gees, Sinatra, Mamma Mia, Bob Esponja o Musical, Queen, Gal Costa, Marlene, Rei Leão, Bossa Nova, Pearl Jam, Clássicos da Broadway, Queen Live Kids, Mercedes Sosa.

Tanta saudade assim?  Não é estranho?  Por que insistimos em olhar para trás?  Talvez estejamos refletindo o gosto de quem vai a esses espetáculos?  Seriam todos de idade acima dos cinquenta anos que querem reviver o que imaginam ser uma época ideal?  Maravilhosa?  O Rio de Janeiro ficou velho?

Passei pela mesma casa de ingressos, mas foquei em São Paulo.  Este fenômeno não está lá.  Encontrei dois espetáculos de tributos a antigos cantores, mas encontrei palcos mais vibrantes com sangue novo que parecem trazer coisas interessantes.  Inexplicável o que está acontecendo no cenário carioca.  Até dois “Gritos de Carnaval” encontrei acontecendo aqui, agora, no mês de julho.  Estou em choque.