Stella Bianco (Brasil, 1944)
óleo sobre placa, 100 x 80 cm
Sérgio Berber (Brasil, 1941)
óleo sobre tela, 70 x 50 cm
Estevão Silva (Brasil, 1845-1891)
óleo sobre tela
PESP – Pinacoteca do Estado de São Paulo
Retrato de Laura Pinheiro de Machado Pinto, 1941
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre madeira, 56 x 39 cm
Lasar Segall (Lituânia/Brasil, 1891-1957)
óleo sobre tela, 98 x 61 cm
Museu Lasar Segall, São Paulo
Enrico Bianco (Itália/Brasil, 1918- 2013)
óleo sobre madeira, 55 x 38 cm
Canato (Brasil, 1965)
óleo sobre tela, 100x 120 cm
Aurélio d’Alincourt (Brasil, 1919-1990)
óleo sobre tela, 32 x 24 cm
Guerino Grosso (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 54 x 46 cm
João Werner (Brasil, 1962)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Antonio Rocco (Itália/Brasil, 1880-1944)
óleo sobre tela, 110 x 124 cm
PESP – Pinacoteca do Estado de São Paulo, SP
Anita Malfatti (Brasil, 1889-1964)
óleo sobre tela colada em cartão, 31 x 23 cm
Bigio Gerardenghi (Itália 1876-Brasil, 1957)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Avgvstvs [Augusto Mendes da Silva] (Brasil, 1917-2008)
óleo sobre tela
Harry Elzas (Brasil, 1925-1994)
óleo sobre tela, 100 x 80 cm
Elon Brasil (Brasil, 1957)
óleo sobre tela, 100 x 130 cm
John H. Vanderpoel (Holanda/EUA, 1857-1911)
óleo sobre tela
Vanderpoel Museum
Templo dourado de Dambulla
O conjunto de Dambulla é um extraordinário exemplo de arte e expressão religiosas em Sri Lanka e no Sul e Sudeste da Ásia. O templo de cavernas escavadas, com as fachadas pintadas e estatuária própria é único em escala e grau de preservação. O monastério inclui peças de importância da arte do século XVIII, da Escola de Kandy do Sri Lanka. O penhasco de Dambulla é centro desse templo budista estabelecido no século III aEC. Está localizado em local de confluência dos caminhos de transporte entre a zonas secas do leste e do oeste e entre as zonas secas e as montanha centrais do país. O local está continuamente ocupado através dos últimos 22 séculos.
Tintin e Milou estão na Lua, ilustração Hergé.
Se o homem conquista o espaço,
por que é que, lutando a esmo,
é incapaz de dar um passo
para dentro de si mesmo?!…
(Izo Goldman)
Autoria não identificada.
João Manuel Simões
Azar: acabei por esquecer
num baú antigo
a caixa de lápis de cor
com que eu costumava pintar
o arco-íris.
(Foi antes de pegar o trem
que me trouxe ao presente).
Por isso sou obrigado a me contentar,
hoje,
com as imitações desenhadas no céu,
depois da chuva.
Em: Poemas da infância,antologia poética, João Manuel Simões, Curitiba, Livros HDV: 1989, p. 60
Ilustração L. Caplain.
“Voltaire querendo entrar ocultamente em Paris, foi detido nas barreiras entre os malsins que lhe perguntaram se traria na carruagem alguma cousa que pagasse direitos.
— Não senhores, respondeu ele; o único contrabando que aqui vem, sou eu.”
Em: O Espelho: revista de literatura, modas, indústria e artes, n. 17, 25 de dezembro de 1859, p.12. da edição em facsímile, Rio de Janeiro, MEC: 2008, p. 218.
NOTA DA PEREGRINA:
Malsim, plural Malsins: polícia ou fiscal alfandegário.