Natureza morta com batatas, 1975
Glênio Bianchetti (Brasil, 1928-2014)
acrílica sobre tela, 54 x 40 cm
Natureza morta com batatas, 1975
Glênio Bianchetti (Brasil, 1928-2014)
acrílica sobre tela, 54 x 40 cm
Alfândega,1965
José Paulo Moreira da Fonseca (Brasil, 1922 – 2004)
óleo sobre tela – 27 x 35 cm
Garçonete, 2006
Tony Lima (Brasil, 1964)
óleo sobre tela, 90 x 70 cm
Natureza morta
Célio Nunes (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 90 x 130 cm
Praia de Iracema no Ceará, 1965
Win Van Dijk (Holanda-Brasil, 1915-1990)
óleo s tela, 25 x 47 cm
A carta de amor
Hendrik Jacobys Scholten (Holanda, 1824-1907)
óleo sobre madeira, 33 x 26 cm
Tania Horta
Para fugir de ti
distraio o meu coração
arrumando quinquilharias,
meus armários, minhas gavetinhas.
Como podes o meu amor tão grande
transformar em coisas comezinhas?
Em: Coração fechado para obras, Tania Horta, capa e ilustrações de Ziraldo, São Paulo, Massao Ono: 1991 p. 42
Sem título
Daniela Astone (Itália, 1980)
óleo sobre tela
“… um romance não é apenas um fenômeno linguístico. Na poesia, é difícil traduzir as palavras porque o que importa é o seu som, assim como seus significados deliberadamente múltiplos, e é a escolha das palavras que determina o conteúdo. Numa narrativa, temos a situação contrária: o universo que o autor construiu, os acontecimentos que neles ocorrem é que ditam o ritmo,, o estilo e até a escolha das palavras. A narrativa é governada pela regra latina, “Rem tene, verba sequentor” — “Prenda-se ao tema e as palavras virão” — ao passo que na poesia a formulação deve ser mudada para: “Prenda-se às palavras e o tema virá.”
Em: Confissões de um jovem romancista, Umberto Eco, tradução de Clóvis Marques, Rio de Janeiro, Record: 2018, p. 15
Paisagem rural com casario
Manoel Pastana (Brasil, 1888-1984)
óleo sobre madeira, 22 x 33 cm
Os girassóis de van Gogh, década de 1960
Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)
óleo sobre madeira, 100 x 80 cm
Natureza morta, 1971
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil 1897 – 1976)
óleo sobre tela, 80 x 116 cm










