Imagem de leitura: Waldomiro Santana

18 10 2023

A leitora, 2011

Waldomiro Santana (Brasil, 1952)

acrílica sobre tela, 90 x 120 cm

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

18 10 2023

Natureza morta, 1992

Walter Lewy (Alemanha-Brasil, 1905-1995)

óleo sobre tela, 79 x 83 cm

 

 

 

 

Natureza morta, c. 1969

João Simeone (Brasil, 1907-1969)

óleo sobre tela, 48 x 40 cm





Trova da felicidade

17 10 2023
Ilustração Leyendecker.

 

 

 

Procurei a felicidade

por este mundo sem fim,

sem saber que na verdade

estava dentro de mim.

 

 

(José Carlos Dutra do Carmo)





Curiosidade literária

16 10 2023
Menino brincando com soldadinhos, 1930

 

 

Em 1895, H. G. Wells escreveu diversos contos e novelas hoje vistos como os parâmetros da ficção científica. Essas obras não foram bem recebidas pela crítica.  Mas, de que entendem os críticos, não é mesmo?  Aos poucos suas criações foram adquirindo leitores e mais leitores principalmente pela precisão de algumas das previsões sobre o futuro da humanidade. Ele previu a invenção do ar condicionado, da televisão, da gravação de vídeos, do uso de caminhões de muitas rodas, do aparecimento do avião e também do uso de aviões nas guerras.  E, surpreendentemente, H. G Wells previu o início da Segunda Guerra Mundial, assim como a revolução sexual, na segunda metade do século XX.

H. G. Wells se tornou muito popular pela novela Guerra dos Mundos, publicada em 1898 e transmitida pela rádio CBS dos EUA, com a potente voz do ator Orson Welles.  Essa narrativa levou pânico a milhares de americanos em 30 de outubro de 1938, pois não se deram conta de estarem ouvindo uma obra de ficção e acreditaram na invasão de marcianos acontecendo naquele momento em que ouviam a rádio.

Mas Herbert George Wells acabou sendo um pacifista lembrado por guerras, foi imortalizado também como o autor das regras dos jogos de guerra de soldados de brinquedo.  Ele publicou dois livros um pouco antes da Primeira Guerra Mundial que abordava jogos de guerra entre soldadinhos de brinquedo.   Little Wars publicado em 1913 se tornou o primeiro livro de regras para este jogo de mesa.  Por essas contribuições à recreação dos jogos com participação de batalhões de soldados de brinquedo, H. G. Wells é reconhecido hoje como “o pai dos jogos de guerra em miniatura”.

 

 

 

 

 





Rio de Janeiro: entre mar e montanhas

13 10 2023

São Conrado

J. Victtor (Brasil, 1957)

acrílica sobre tela, 100 x 138 cm





Bate-papo com Ladyce West

5 10 2023




O estilo do grilo, poesia infantil de Luiz Infante

3 10 2023
Ilustração de Nina Tenser

O estilo do grilo

 

Luiz Infante

 

Era uma vez um grilo

que morava numa gaiola

em grande estilo.

De cri-cri em cri-cri

Foi vivendo tranquilo

A comer alface ao quilo,

Quase tão voraz

Como qualquer esquilo.

Respondendo ao protesto

Sobre o ruído que fazia,

Disse com ironia

“Se era silêncio que queria

Era só pedi-lo,

Que um grilo não é

Uma telefonia”

 

 

Em: Poemas Pequeninos para Meninas e Meninos, Luiz Infante, V. N. de Gaia: Gailivro: 2003, p 40





Flores para um sábado perfeito!

30 09 2023

Copos de leite, 1942

Domingos Gemelli (Brasil, 1915-1985)

óleo sobre tela, 54 x 65 cm

 

 

 

Vaso com copos-de-leite, 1952

Arcangelo Ianelli (Brasil, 1922-2009)

óleo sobre tela, 72 x 59 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

27 09 2023

Garrafão com Mexericas, 1980

Colette Pujol (Brasil, 1913-1999)

Pastel seco sobre papel, 50 x 65 cm

Pinacoteca Municipal de Mauá, SP

Tangerinas

Auguste Petit (França-Brasil, 1844-1927)

óleo sobre tela, 37 x 48 cm





Forsítia, poesia de Ladyce West

20 09 2023

Forsítia, 2020

Louise Baker  (Canadá, contemporânea)

acrílica sobre tela, 61 x 61 cm

 

 

Forsítia

 

Ladyce West

 

 

A cor da esperança é o amarelo

que chega cedo nas flores da forsítia.

Singelos sinos em rebeldes galhos  —

borboletas pousadas e vistosas —

brotam nas varas despidas do inverno.

Vence o frio, fura a neve e o solo congelado

traz consigo o aviso do destino

lembra sol, renovação e alegria

aponta radiante o porvir

encarna o sinal da primavera

que celebra só, altaneira e modesta.

 

 

 

Em: À meia voz, Ladyce West, Rio de Janeiro, Autografia: 2020, p. 35