Igreja matriz em Itanhaém, 1964
Alfredo Oliani (Brasil, 1906-1988)
óleo sobre tela 20 x 32 cm
Triste vida a do Pierrô:
sofrer pela Colombina,
que, nos braços de Arlequim,
ri de sua triste sina!
(Paluma Filho)
Paisagem
Eliseu Visconti (Itália-Brasil, 1866-1944)
óleo sobre tela, 24 x 33 cm
Engenho central, 2015
João Benatti (Brasil, contemporâneo)
acrílica sobre tela, 50 x 70 cm

Hora do sol, 1927
Jurandir Aguiar (Século XX)
óleo sobre tela, 26 x 32 cm
Vaso com flores, 1998
Plínio César Livi Bernhardt (Brasil, 1927 – 2004
óleo sobre tela, 35x 40 cm
Vaso com Flores, 1937
Roberto Burle Marx (Brasil, 1909-1994)
óleo sobre tela, 100 x 80 cm
Natureza morta com vaso verde, 1980
Adam Hendler (Polônia-Brasil, 1909-1982)
óleo sobre tela
Natureza morta, 2008
Henrique Bonifácio (Brasil, 1954)
acrílica sobre tela, 60 x 80 cm
Cena rural
Nelson Linhares (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 72 x 91 cm
Parque municipal, 2003
Andrea Vasconcellos (Brasil, contemporânea)
acrílica sobre tela, 80 x 120cm
Árvores, 2020
Mário Mendonça (Brasil, 1934)
óleo sobre tela, 90 x 90 cm
Natureza morta, 1977
Paulo Guimarães (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 17 x 23 cm
Composição, 2003
Luís Carlos Ferracioli (Brasil, 1949-2019)
óleo sobre tela, 90 x 130 cm
Charles Dickens e a pequena Nell (personagem de A velha loja de curiosidades), 1890
Francis Edwin Ewell (EUA, 1859-1934)
Bronze
Parque Clark, Filadélfia, EUA
O afamado escritor inglês Charles Dickens colocou em seu testamento que não queria nenhuma estátua de si mesmo, nenhum monumento. Ele detestava esse tipo de honraria. E no entanto, no momento existem três bronzes que retratam o escritor. Há um na Pensilvânia (EUA), um em Sidney (Austrália) e o mais recente, na sua própria cidade natal, na Inglaterra: Portsmouth.
No monumento na Filadélfia ele está retratado com Nell, talvez a personagem mais querida de todas as obras de Dickens. A maioria de suas obras foi publicada em série nos jornais (assim como muitas obras do século XIX aqui no Brasil, também, de autores brasileiros). Nell era tão querida que, quando os navios chegaram à Nova York trazendo os últimos capítulos de A velha loja de curiosidades, uma multidão de seis mil pessoas chegou às docas, para perguntar aos viajantes ou marinheiros se a Pequena Nell morria no final do livro, tal era sua popularidade no Novo Mundo.
Interessante saber também que Charles Dickens detestava Filadélfia não tendo nada de bom a dizer sobre a cidade. No entanto, este monumento, hoje é um dos perfis do bairro onde está, que todos os anos, produz uma festa para Dickens comemorando seu aniversário (7 de fevereiro) quando sua estátua e a de Nell são coroadas com guirlandas de flores e há leituras por horas de suas obras assim como muita música e dança. Não adiantou nada ele não gostar de Filadélfia, eles nem se incomodaram com isso.