Rio de Janeiro, RJ, Brasil

14 01 2022

Nascer do sol na Praia de Copacabana, década 1930

Paulo Gagarin (Rússia-Brasil,1885-1980)

óleo tela colado no cartão, 39 x 48 cm





Palavras para lembrar: Emily Dickinson

12 01 2022

Nos degraus

Monica Castanys (Espanha, 1973)

óleo sobre tela

 

“Nunca escrevo meu nome nos livros que compro até que os tenha lido, porque só então posso chamá-los meus”

Emily Dickinson





Nossas cidades: Paraty

11 01 2022

Paraty

Luis Claudio Morgilli (Brasiçl, 1955)

óleo sobre tela





Curiosidade literária

10 01 2022

Lendo debaixo da sombrinha

Elizabeth Lee Clarence Hinkle (EUA, 1880 — 1960)

óleo sobre tela

Laguna Art Museum, Califórnia

 

A leitura do Talmude, relata Disraeli [Curiosities of Literature, 1881], já foi proibida por vários editos, do Imperador Justiniano, por muitos dos reis de França e Espanha e numerosos papas.  A ordem era queimar-se todas as cópias, só a corajosa perseverança dos judeus preveniu seu desaparecimento.  Em 1569 doze mil cópias foram incendiadas em Cremona. Johann Reuchlin (1455–1522) humanista alemão, católico, estudioso de Grego e Hebraico, interferiu para que parassem com a destruição universal dos  Talmudes.  Por isso, passou a ser odiado pelos monges, e condenado pelo Eleitorado de Mainz, um dos estados mais prestigiosos e influentes do Sacro Império Romano. Mas apelou para Roma e as acusações foram suspensas e não foi mais considerado necessária a destruição dos Talmudes.





Flores para um sábado perfeito!

8 01 2022

Girassóis e Minha Cidade, 1998

Adir Sodré (Brasil, 1962-2020)

Acrílica sobre tela, 200 x 200cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

5 01 2022

Maçã, 1968

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925 -2019)

óleo sobre tela, 22 x 16 cm





Natalinas: Thomas Monson

16 12 2021

Lendo na poltrona com gato, 2009

Joe Hindley (EUA, 1949)

óleo sobre tela

“O Natal é o espírito de dar sem um pensamento de obter. É felicidade porque vemos alegria nas pessoas. É esquecermo-nos a nós próprios e encontrar tempo para os outros. É descartar as coisas sem sentido e sublinhar os verdadeiros valores.”

Thomas Monson





Férias, texto Tahar Ben Jelloun

14 12 2021
Tintin vai viajar, ilustração de Hergé.

“Não gosto de férias. Devo dizer que não sinto necessidade delas, já que não trabalho com as mãos. Nem mesmo sei o que é tirar férias. Parece que é descansar, mudar de ritmo e de hábitos. Não tenho vontade disso. Meu ritmo é o que é. Lento e sem surpresas. Maus hábitos estão mais para manias, e tenho medo de perdê-los se, como todo mundo, sair de férias no mês de agosto. Meus hábitos me suportam e me ajudam a me suportar. Eles são simples e eu só peço uma coisa: que não os perturbem, que me deixem com eles do jeito como são.

Todos os que partem pelas estradas ao mesmo dia e na mesma hora têm também suas manias: ser como todo mundo, agir como os outros, não perder nada da empolgação coletiva, um modo de se tranquilizarem, de garantir que não vão morrer sozinhos ou idiotas. Não é o meu caso. Morrer idiota ou inteligente tanto faz!

Não gosto de férias porque não gosto de viajar. Correr para uma estação carregando uma mala pesada numa das mãos, uma bolsa na outra, as passagens entre os dentes, fazer fila num aeroporto para despachar a bagagem, suportar o nervosismo dos veranistas que têm medo de avião ou que se sentem obrigados a levar consigo a avó, que está perdendo a memória e adoraria ficar em casa com suas pequenas manias, ser acotovelado por um grupo de desportistas descuidados, partir atrasado, chegar exausto numa hora impossível, procurar um táxi… tudo isso eu deixo para vocês e prefiro me recolher num canto da casa, para escutar o silêncio e sonhar com os amores cruéis…”

 

Em: O primeiro amor é sempre o último — contos, Tahar Ben Jelloum, tradução de Joana Angélica d’Ávila Melo, Rio de Janeiro, Editora Vieira Lent: 2002, pp 60-1





Flores para um sábado perfeito!

4 12 2021

Vaso com flores

Victorina Sagboni (Brasil, 1932-2009)

óleo sobre tela





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

1 12 2021

Café da manhã, 1991

Henrique Santana (Brasil, 1958)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm