Paisagens brasileiras…

21 09 2025

Dia de domingo na praia, 1950

Eugênio Proença Sigaud (Brasil, 1899-1979)

óleo sobre eucatex, 18 X 24 cm

 

 

 

Praia, década de 1960

John Graz (Suíça-Brasil, 1891-1980)

técnica mista, 33 x 33 cm





Flores para um sábado perfeito!

20 09 2025

Flores Frescas

Mário Gruber  (Brasil, 1927 -2011)

óleo sobre tela, 51 x 41 cm

 

Vaso de Flores,1951

Jorge Mori (Brasil, 1932-2018)

óleo sobre tela, 54 x 65 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

19 09 2025

Praça XV de novembro

Jayme Aguiar (Brasil, 1925-2008)

óleo sobre eucatex, 38 x 46 cm 

Coleção Particular





Offenbach, texto de Guillermo Cabrera Infante

18 09 2025

O gato

Sonya Grassmann  (Bulgária-Brasil, 1933-1997)

[Anne Marie Elisabeth Graesse]

acrílica sobre madeira, 30 cm x 32 cm

 

 

A curiosidade de Offenbach não tem limites animais: basta que alguém de nós pare diante das janelas que dão para rua, para ver Offenbach, atrás e abaixo, tentando olhar o que olhamos, por todos os meios, chegando a miar para que o carreguem ou suba ao televisor e, espichando o pescoço, olhar também o que olhamos.

Um dia chegou em casa a bela G. Ch., numa visita breve, e Offenbach, talvez reconhecendo-a, caprichou seu caminhar à Dietrich para atravessar a sala em direção ao estúdio e para inspirar a simpatia eterna à visita: a mesma coisa acontece com qualquer visitante receptivo aos gatos.

. . . . . . . . . . . . 

Ver Offenbach comer ou tomar água é outro deleite: não pode haver maior finura em atos tão animais. Sua língua sobe e desce na água com uma regularidade metronômica, e, ao comer, morde gentilmente a carne e a engole pouco a pouco, à medida que é mastigada por seus débeis dentes. 

Offenbach é um espetáculo de ver até dormindo, sobretudo dormindo. Nos dias de sol ele se regala com a luz e o calor, estirando uma pata à frente enquanto coloca sobre ela a cabeça à maneira de almofada.  Nos dias frios se recolhe como  uma galinha chocando, perto de um dos radiadores, convertendo-se numa verdadeira bola de pelos, apenas a cabeça saindo de dentro do abrigo natural. Outras vezes usa como travesseiro os objetos mais diferentes: o cabo do telefone, a perna de um radiador, o próprio chão, enquanto seu corpo descansa num coxim. Outras vezes… mas basta. 

 

Em: Offenbach, conto de Guillermo Cabrera Infante (1929-2005), em Os melhores contos de cães e gatos, org. Flávio Moreira da Costa, Rio de Janeiro, Ediouro: 2007





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

17 09 2025

Natureza morta

Durval Pereira (Brasil, 1917- 1984)

óleo sobre madeira, 25 x 35 cm 

 

 

Pimentões

Jorge Ziata (Brasil, ativo na primeira metade do século XX)

óleo sobre tela, 24 x 37cm





Nossas cidades: São Paulo

16 09 2025

Feira em Cambuci

Alfredo Volpi (Itália-Brasil, 1896-1988)

óleo sobre tela, 60 X 102 cm





Carta-soneto, poesia de Célia de Cássia

15 09 2025
Cartão postal,  anos 20, séc. XX.

 

 

Carta-soneto

 

Célia de Cássia

 

“Escrevo-te pra dizer-te”, meu amor,

que minhas já não são as tuas cartas.

De folheá-las — velhas, já sem cor —

as minhas mãos nunca ficaram fartas!

 

As tuas cartas!  Doces e amargas…

Luar iluminando com fulgor

a minha escura estrada! Portas largas,

abrindo pra jardins plenos de flor!

 

Vão publicá-las. Dei-as de presente

(perdoa, amado, essas ideias loucas

que a meu viver já deram mil escolhos…)

 

Quero, dando-as a ler a toda gente,

que o amor que morreu em nossas bocas

possa ressuscitar em outros olhos…

 

Célia de Cássia (MG, 1909-?)





Flores para um sábado perfeito!

13 09 2025

Vaso de flores

Amélia Pastro Maristany (Brasil, 1897 – 1979)

óleo sobre madeira,  26 x 35 cm

 

 

Vaso com rosas, 1943

Antônio Cunha (ativo na primeira metade do século XX)

óleo sobre tela, 61 x 50 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

12 09 2025

Aterro do Flamengo com Pão de Açúcar ao fundo

Hyram Ney de Araújo Silva (Brasil, 1934-2010)

acrílica sobre tela, 43 x 64 cm





Trova das rosas

10 09 2025
Ilustração Jessie Willcox Smith.

Nesse exemplo se resume

um prêmio às almas bondosas:

fica sempre algum perfume

nas mãos que oferecem rosas!

 

(Aparício Fernandes)