Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

1 10 2025

Bananas Verdes, 1973

Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)

acrílica sobre tela, 60 x 80 cm

 

 

Fantasias

Zélio Alves Pinto (Brasil, 1938)

óleo sobre tela, 50 x 50 cm 

 





Nossas cidades: Iraí, RS

30 09 2025

Cidade de Irahy, 1931

Francis Pelichek (República Checa-Brasil, 1896- 1937)

óleo sobre eucatex, 37 x 47 cm 

 





Da minha mesa de trabalho

29 09 2025
Na foto:
Montesquieu, Cartas Persas (leitura vagarosa, aparecerá muitas vezes por aqui)
André Giusti,  Só vale a pena se houver encanto
Oscar Nakasato, Ojiichan
Byung-Chul Han, No enxame

 

 

 

Muita gente me pergunta a razão de eu não postar mais dos meus próprios poemas ou ler no Instagram, onde leio uma poesia por dia (@escritora.ladycewest). Sou uma escritora vagarosa nas poesias.  Não que eu seja particularmente preciosista, ou não admita mudanças, mas não sou de chegar ao computador e colocar um poema por dia.  Mesmo os pequeninos levam algum tempo.  Talvez seja a inexperiência.

Mas há outro impasse: quando sou chamada para participar de uma antologia, quando me pedem uma contribuição; quando acho que um escrito merece entrar num concurso, todos os organizadores pedem que o trabalho seja inédito.  Inédito infelizmente quer dizer que não tenha aparecido em qualquer mídia antes. E a maioria considera a publicação em blog, principalmente um blog como este que tem visibilidade, muitos visitantes.  Logo, logo, uma pesquisa na internet e poema, conto, crônica  com o meu nome aparece,(também meu nome é fácil de achar), então é considerada obra já publicada, eliminando a possibilidade de colocá-la em outros canais.  Este ano já participei de 2 antologias e ano passado de outras duas com contos e poesias.  

Mas devo lançar meu próximo livro de poemas em 2026.  Então, aos poucos irei colocando um ou outro poema por aqui. Aí a explicação.  Boa noite. 





“Hiato”, poema de Ladyce West

29 09 2025

Casal comendo próximo à janela,1655

Frans van Mieris, o Velho (Holanda, 1635-1681)

óleo sobre madeira, 36 x 31 cm

UFFIZI, Florença

 

 

 

Hiato

 

Ladyce West

 

Contrariando a física

o tempo parou,

sugado por falha geológica

no descontínuo rolar das horas.

 

Lacuna espelhada na rua deserta

no som suspenso dos carros parados

no intervalo forçado de planos, projetos

breque em desejos, ambições e caprichos.

 

O inimigo invisível por todo lado.

Sombra ou sol, chuva ou névoa,

no ar respirado na cidade, ele impera.

 

Parou o mundo.  Em casa

à janela, abraçados, teimamos

na extravagância do viver.

(Junho, 2020)





Paisagens brasileiras…

28 09 2025

Paisagem, 1916

Arthur Timótheo da Costa

óleo sobre madeira, 34 x 50 cm

 

 

Paisagem

Francisco Brilhante (Brasil, 1901 – 1987)

óleo sobre tela, 26 x 34 cm





Flores para um sábado perfeito!

27 09 2025

Vaso com flores, 1987

Ildeci Bonfá (Brasil, 1960)

óleo sobre tela, 50×40 cm

 

 

 

Vaso com flores, 1949

A. Correia (Brasil, ativo primeira metade século XX)

óleo sobre tela, 55 x 66 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

26 09 2025

Ilha de Paquetá, 1975

Lia Mittarakis (Brasil, 1934-1998)

óleo sobre tela, 69 x 58 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

24 09 2025

Sem título [Natureza morta]

Durval Pereira (Brasil, 1918- 1984)

óleo sobre tela,  74 x 92 cm

 

 

Peixes e bowl chinês, década de 1940

Evilásio Lopes (Brasil, 1917 – 2013)

óleo sobre tela, 48 x 58 cm





Nossas cidades: Porto Alegre

23 09 2025

Ponte de Pedra, 1922

 Francis Pelichek (Tchéquia-Brasil, 1896-1937)

aqurela sobre papel, 29 x 42 cm

Coleção Rolf Zelmanowiz, POA 





Eu, pintor: Marcellin Gilbert Desboutin

22 09 2025

Autorretrato

Marcellin Gilbert Desboutin (França, 1823-1902)

Óleo sobre tela, 35 x 25 cm

Coleção Particular

A título de curiosidade: há um retrato de Marcellin Gilbert Desboutin, por Édouard Manet, no MASP [Museu de Arte de São Paulo, que coloco aqui abaixo:

 

 

Retrato de Marcellin Gilbert Desboutin, 1875

Édouard Manet (França, 1832-1883)

óleo sobre tela, 191 x 128 cm

MASP, São Paulo