Bananas Verdes, 1973
Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)
acrílica sobre tela, 60 x 80 cm
Fantasias
Zélio Alves Pinto (Brasil, 1938)
óleo sobre tela, 50 x 50 cm
Bananas Verdes, 1973
Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)
acrílica sobre tela, 60 x 80 cm
Fantasias
Zélio Alves Pinto (Brasil, 1938)
óleo sobre tela, 50 x 50 cm
Cidade de Irahy, 1931
Francis Pelichek (República Checa-Brasil, 1896- 1937)
óleo sobre eucatex, 37 x 47 cm
Muita gente me pergunta a razão de eu não postar mais dos meus próprios poemas ou ler no Instagram, onde leio uma poesia por dia (@escritora.ladycewest). Sou uma escritora vagarosa nas poesias. Não que eu seja particularmente preciosista, ou não admita mudanças, mas não sou de chegar ao computador e colocar um poema por dia. Mesmo os pequeninos levam algum tempo. Talvez seja a inexperiência.
Mas há outro impasse: quando sou chamada para participar de uma antologia, quando me pedem uma contribuição; quando acho que um escrito merece entrar num concurso, todos os organizadores pedem que o trabalho seja inédito. Inédito infelizmente quer dizer que não tenha aparecido em qualquer mídia antes. E a maioria considera a publicação em blog, principalmente um blog como este que tem visibilidade, muitos visitantes. Logo, logo, uma pesquisa na internet e poema, conto, crônica com o meu nome aparece,(também meu nome é fácil de achar), então é considerada obra já publicada, eliminando a possibilidade de colocá-la em outros canais. Este ano já participei de 2 antologias e ano passado de outras duas com contos e poesias.
Mas devo lançar meu próximo livro de poemas em 2026. Então, aos poucos irei colocando um ou outro poema por aqui. Aí a explicação. Boa noite.
Casal comendo próximo à janela,1655
Frans van Mieris, o Velho (Holanda, 1635-1681)
óleo sobre madeira, 36 x 31 cm
UFFIZI, Florença
Ladyce West
Contrariando a física
o tempo parou,
sugado por falha geológica
no descontínuo rolar das horas.
Lacuna espelhada na rua deserta
no som suspenso dos carros parados
no intervalo forçado de planos, projetos
breque em desejos, ambições e caprichos.
O inimigo invisível por todo lado.
Sombra ou sol, chuva ou névoa,
no ar respirado na cidade, ele impera.
Parou o mundo. Em casa
à janela, abraçados, teimamos
na extravagância do viver.
(Junho, 2020)
Paisagem, 1916
Arthur Timótheo da Costa
óleo sobre madeira, 34 x 50 cm
Paisagem
Francisco Brilhante (Brasil, 1901 – 1987)
óleo sobre tela, 26 x 34 cm
Vaso com flores, 1987
Ildeci Bonfá (Brasil, 1960)
óleo sobre tela, 50×40 cm
Vaso com flores, 1949
A. Correia (Brasil, ativo primeira metade século XX)
óleo sobre tela, 55 x 66 cm
Sem título [Natureza morta]
Durval Pereira (Brasil, 1918- 1984)
óleo sobre tela, 74 x 92 cm
Peixes e bowl chinês, década de 1940
Evilásio Lopes (Brasil, 1917 – 2013)
óleo sobre tela, 48 x 58 cm
Ponte de Pedra, 1922
Francis Pelichek (Tchéquia-Brasil, 1896-1937)
aqurela sobre papel, 29 x 42 cm
Coleção Rolf Zelmanowiz, POA
Autorretrato
Marcellin Gilbert Desboutin (França, 1823-1902)
Óleo sobre tela, 35 x 25 cm
Coleção Particular
A título de curiosidade: há um retrato de Marcellin Gilbert Desboutin, por Édouard Manet, no MASP [Museu de Arte de São Paulo, que coloco aqui abaixo:
Retrato de Marcellin Gilbert Desboutin, 1875
Édouard Manet (França, 1832-1883)
óleo sobre tela, 191 x 128 cm
MASP, São Paulo