Ferrovia, 1975
Sylvio Pinto (Brasil, 1918 – 1997)
óleo sobre tela, 54 X 65 cm
Na estação, 1977
Afonso Lopes (Brasil, 1918-2000)
óleo sobre tela, 59 cm x 44 cm.
Ferrovia, 1975
Sylvio Pinto (Brasil, 1918 – 1997)
óleo sobre tela, 54 X 65 cm
Na estação, 1977
Afonso Lopes (Brasil, 1918-2000)
óleo sobre tela, 59 cm x 44 cm.
Vaso de flores, 2018
Ana Rique (Brasil, contemporânea)
aquarela sobre papel
Vaso com flores
Marcelo Santos (Brasil, contemporâneo)
aquarela sobre papel, 24 x 30 cm
Praia de Botafogo, 1932
Leopoldo Gotuzzo (Brasil,1887-1983
óleo sobre tela

SINOPSE
Uma história fascinante sobre coragem e emancipação feminina, e sobre dois irmãos inseparáveis destinados a amar a mesma mulher. Anna Allavena, a carteira: a história extraordinária de uma mulher aparentemente comum que se muda do norte da Itália para o sul e se torna a primeira carteira em uma pequena cidade na região de Salento.
Em junho de 1934, Carlo e Anna descem do ônibus na praça principal de Lizzanello, em Salento. Ele está feliz por voltar para casa, no sul, mas ela, uma mulher do norte, tão bela quanto uma estátua grega, sente-se preocupada com o futuro nessa terra desconhecida.
Para os moradores, Anna nunca deixa de ser “a forasteira” – não frequenta a igreja, evita a pequena cidade e não participa das fofocas. Orgulhosa e determinada, desafia as tradições locais e, após ser aprovada em um concurso público, torna-se a primeira carteira do local – ou melhor, a primeira “carteira”, como prefere ser chamada.
A Carteira, uma história de romance e liberdade feminina.
SINOPSE
Inspirando-se na prodigiosa vida do maior filósofo português, José Rodrigues dos Santos nos mostra como Bento de Espinosa pôs fim à idade das trevas e inventou o mundo moderno.
Há perguntas cujas respostas têm um preço elevado a pagar.
Amsterdã, 1640. Um judeu é excomungado na Sinagoga Portuguesa por questionar as Sagradas Escrituras. Uma criança assiste a tudo. O pequeno Bento de Espinosa é considerado o maior prodígio da comunidade portuguesa de Amsterdã, mas o episódio planta nele a semente da dúvida: E se a Bíblia estiver mesmo errada?
A suspeita irá lançar Bento em sua maior busca intelectual. Quem realmente escreveu os textos sagrados? Qual é a verdade sobre Deus? O que é, afinal, a natureza?
Mas essa é uma busca proibida, e depressa o jovem judeu português descobre que terá de pagar um preço terrível pelas suas perguntas. Os rabinos judeus e os pregadores cristãos o perseguem e o acusam do pior dos crimes: a heresia.
SINOPSE
Quando o Ritz se torna o local favorito dos nazistas, um barman judeu não tem escolha senão continuar trabalhando. O que ninguém sabe é que, além de fazer coquetéis, ele também ajuda famílias judias a fugir. Baseado em uma história real e best-seller na França, O barman do Ritz de Paris, de Philippe Collin, é o grande romance sobre a Ocupação alemã.
Paris, 1940. Apesar da Ocupação nazista, o ilustre hotel Ritz consegue permanecer aberto. O bar do hotel logo passa a ser frequentado pela alta patente militar alemã, que busca experimentar ali o famoso refinamento francês. Frank Meier, o barman mais célebre do Ritz, precisa então se adaptar à nova clientela e manter em segredo algo que ninguém jamais pode descobrir: ele é judeu.
Frank se sente mais sufocado a cada palavra e sorriso que oferece. Ainda assim, o barman de origem austríaca, que lutou pela França na Primeira Guerra, se recusa a fugir. Frank ouve e age discretamente, fornecendo documentos falsos a outros judeus e contribuindo — inclusive de forma involuntária — para atividades conspiratórias. Afinal, quem desconfiaria de um barman?
Traições, mentiras e incertezas tornam a posição de Frank mais arriscada, mas ele está sempre um passo à frente do destino.
Com uma narrativa fascinante, O barman do Ritz de Paris traz uma perspectiva inusitada da Ocupação nazista na França, expondo os privilégios da alta sociedade francesa, além de nos colocar o dilema de Frank Meier: qual seria a dose perfeita entre a resignação, que o mantém vivo, e a coragem, que lhe dá motivo para viver?
O que o grupo leu em 2025:
1 – Eu vou, tu vais, ele vai, Jenny Erpenbeck
2 – O segredo de Espinosa, José Rodrigues dos Santos
3 — O barman do Ritz de Paris, Philippe Collin
4 — O colibri, Sandro Veronesi
5 — A carteira, Francesca Giannone
6 — Línguas, Domenico Starnone
7 — Claraboia, José Saramago
8 — A sangue frio, Truman Capote
9 – O que resta de nós, Virginie Grimaldi
10 — Tia Júlia e o escrevinhador, Mario Vargas Llosa
11 — Dia de ressaca, Maylis de Kerangal

Bananas Verdes, 1973
Aldemir Martins (Brasil, 1922-2005)
acrílica sobre tela, 60 x 80 cm
Bananas, 1970
Antonio Henrique Amaral (Brasil, 1935-2015)
óleo sobre placa, 23x 64 cm
Cena urbana no Centro de Florianópolis com a Igreja de São Francisco no fundo, SC, 1976
Matinho de Haro (Brasil, 1907-1985)
óleo sobre eucatex, 48 X 60 cm
Lagoa Santa, MG, 1950
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre madeira, 30 x 44 cm
Marinha, 1989
Antonio Augusto Marx (Brasil, 1919-2008)
óleo sobre tela, 50 x 69 cm
Vaso com flores, 1969
Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)
óleo sobre tela, 38 X 52 cm
Guirlanda
Carlos Haraldo Sorensen (Brasil, 1928 -2008)
óleo e encáustica sobre tela, 35 x 27 cm.
Fortaleza de Santa Cruz da Barra, Pão de Açúcar, Dois Irmãos, Pedra da Gávea e Corcovado, 1914
Edgar Parreiras (Brasil, 1885-1964)
óleo sobre tela, 35 x 65 cm
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