Paisagem de Petrópolis
Carlos Oswald (Itália, 1882-1971)
óleo sobre tela, 33 x 41 cm
Paisagem. 1965
Leopoldo Gotuzzo (Brasil, 1887-1983)
óleo sobre eucatex, 53 x 44 cm
Vilarejo
Reynaldo Manske (Brasil, 1906-1980)
aquarela sobre papel, 19 x 28 cm
Paisagem de Petrópolis
Carlos Oswald (Itália, 1882-1971)
óleo sobre tela, 33 x 41 cm
Paisagem. 1965
Leopoldo Gotuzzo (Brasil, 1887-1983)
óleo sobre eucatex, 53 x 44 cm
Vilarejo
Reynaldo Manske (Brasil, 1906-1980)
aquarela sobre papel, 19 x 28 cm
Flores
Inos Corradin (Itália-Brasil, 1929)
Litografia policromática, 60 x 47
Tiragem: 60/180
Vaso de flor
Virgínia de Paula (Brasil, 1949)
serigrafia, 48 x 67 cm
Tiragem: P/A
Maria Dinorah
Menina das brancas asas,
dó, ré, mi, fá, sol, lá, si,
quando passas pelas casas,
canta a rua e o céu sorri.
Tanto encanto há no seu jeito
feito de campo e açucena,
que as águas dançam no leito
enquanto a lua te acena.
Um anjo morre de inveja,
um astro morre de amor
ao ver-te cor de cereja,
tingindo o mundo de cor.
Menina, tão menininha,
nem sabes que és uma flor!
Natureza morta com laranjas da Bahia
Olga Mary Pedroza (Brasil,1891-1963)
óleo sobre cartão, 46 x 55 cm
A laranja, 2003
Márcio Camargo (Brasil, 1975)
óleo sobre tela
Coleção Particular
Igreja Nossa Senhora das Dores, vista do Gasômetro, 1940
Angelo Guido (Itália-Brasil, 1893-1969)
óleo sobre eucatex, 38 x 48 cm
Coelho Neto
Ei-las de volta, enchendo o ar fino e o campo convalescente com os seus ríspidos trinços, com os ruflos das suas pequeninas asas pretas. Ei-las de volta, em bando — umas que pousam no beiral dos telheiros, bicando as penas, saracoteantes ; outras que seguem para o lado fresco das ilhas, onde os vinhais se enfolham.
Ei-las de volta, as andorinhas, que foram invernar em um país sem bruma, recendente e tépido.
Abrem-se todas as gelosias; querem todos vê-las; recebem-nas sorrindo.
Vergônteas nascem nos esqueletos das árvores e florinhas tenras abrem corolas tímidas.
Um azul limpo substitui a nivosa tristura do céu. Aí chega a primavera; começam a aparecer viçosos ramos. De todas as ruínas, de todas as cavernas, abrem coo chilreando, passarinhos novos.
É a vida que reaparece.
Primavera!
Em: Português para o Ginásio, José Cretella Júnior, Cia. Editora Nacional. 15ª edição, Sã Paulo, p. 48.
Raramente comento esses textos que posto. Mas um texto tão pequeno com tantas palavras que eu não conheço. Fica difícil!
Natureza morta, 1936
Monteiro França (Brasil,1876 – 1944)
óleo sobre tela, 71 x 53 cm
Flores do campo
P. LICATTI [José Paulo Licatti] (Brasil, 1910-1990)
óleo sobre tela, 41 X 33 cm

ENCONTRO DE ESCRITORES – Aqui estou eu, o poeta e letrista paulista José Mauro e a encantadora Aninha na porta Livraria Argumento, no Leblon, depois de um delicioso jantar no Café Severino. Foi uma das noites mais agradáveis que passei nos últimos tempos, que espero poder repetir em breve. José Mauro tem diversas letras de músicas em seu portfólio assim como alguns prêmios.