Natureza morta
Ado Malagoli (Brasil, 1906-1994)
óleo sobre tela, 65 x 82 cm
Natureza morta
Rodolfo Amoedo (Brasil, 1857-1941)
óleo sobre tela – 36 x 53 cm
Museu de Arte da Bahia
Natureza morta
Ado Malagoli (Brasil, 1906-1994)
óleo sobre tela, 65 x 82 cm
Natureza morta
Rodolfo Amoedo (Brasil, 1857-1941)
óleo sobre tela – 36 x 53 cm
Museu de Arte da Bahia
Paisagem de Campinas, c. 1940
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
Vendedores de copos de leite, 1980
Adelson do Prado (Brasil, 1944-2013)
óleo sobre tela, 61 x 50 cm

Florista, 2018
Mário Mariano (Brasil, 1947)
óleo sobre cartão, 40 x 34 cm
Fazendinha na Floresta da Tijuca, RJ
Fernando Correa e Castro (Brasil, 1933)
óleo sobre tela, 41 X 50 cm
Mulher na Janela e peras sobre a mesa, 1996
Adilson Santos, (Brasil, 944)
óleo sobre tela, 70 X 51 cm

Cesta de Frutas, 2006
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925-2019)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
Operários, 1933
Tarsila do Amaral (Brasil, 1886-1973)
Óleo sobre tela, 150 x 205 cm
Acervo do Palácio do Governo do Estado de São Paulo
João Xavier de Matos
Pobre ou rico, vassalo ou soberano,
Iguais são todos, todos são parentes;
Todos nasceram ramos descendentes
Do trono antigo do primeiro humano.
Saiba, quem de seus títulos ufano
Toma por qualidade os acidentes,
Que duas gerações há só dif’rentes
Virtude e vício: tudo mais é engano.
Por mais que afete a vã genealogia
Introduzir nas veias a natureza
De melhor sangue, do que Adão teria:
Não fará desmentindo a natureza
Que seja sem virtude a fidalguia
Mais que um triste fantasma da grandeza.
(1789)
João Xavier de Matos (Portugal, c. 1730-1789)
Paisagem com Casario e Ponte em Minas Gerais, 1978
Inimá de Paula ( Brasil,1918-1999)
óleo sobre tela, 65 X 81 cm
Paisagem
Carlos Sorensen (Brasil,1928 – 2008)
óleo sobre tela, 52 x 82 cm
-.-.-.-.-.-
Um dia ainda vou escrever sobre paisagens e as brasileiras em particular. Hoje temos dois pintores brasileiros expressionistas. Sou parcial a todo o expressionismo, desde Henri de Matisse até os que trabalham nos dias de hoje. Tenho que me policiar para não colocar sempre obras expressionistas no blog, porque esse não é o objetivo deste espaço.
Temos aqui duas obras com o mesmo assunto: vegetação densa, rio e casas. Pequenas cidades. Vilarejos. Ambas as telas trazem ao espectador variadas emoções. Apesar de quase caótica, a cena da tela de Inimá de Paula nos traz equilíbrio pelo uso abundante das tonalidades de azul e verde, cores calmas, ainda que intensas em seu volume. Enquanto a tela de Carlos Sörensen com grande variedade de cores explosivas, concentradas no leque dos tons avermelhados, encontra equilíbrio nas ‘quase monótonas’ horizontais. Vejam que elas também são linhas rebeldes que quase não querem ser horizontais. Mas, cortando a tela em fatias visuais elas baixam a excitação visual de todos os vermelhos, laranjas, lilás e demais cores que excitam o nosso olhar.
Temos grandes expressionistas no país. Vale a pena procurá-los.
Flores
Sergio Migliaccio (Brasil, 1936-2015)
óleo sobre papel, 40 x 32 cm
Orquídea
João Baptista da Costa (Brasil, 1865-1926)
óléo sobre tela, 55 x 35 cm