Carnaval no Rio de Janeiro
Aécio de Andrade (Brasil, 1935)
óleo sobre tela, 40 x 40 Cm,
O vendedor de frutas, 1923
Tarsila do Amaral (Brasil, 1886-1873)
óleo sobre tela, 109 x 95 cm
Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM/RJ
Vendedor de frutas, 1924
Vicente do Rego Monteiro (Brasil, 1899-1970)
óleo sobre tela, 70 x 80 cm
Coleção Particular
O gato sábio, 1904
Henriëtte Ronner-Knip (Holanda, 1821-1909)
óleo sobre madeira, 28 x 36 cm
Coleção Particular
De manhã, quando a gente chegava à nossa baia, tinha sempre um gato branco deitado na mesa de P. O encarregado da limpeza disse que podia dar um jeito nele, Tá tranquilo, o bichinho não faz mal pra ninguém. No começo era o gato do hangar. Depois virou o gato da nossa ilha. Até que chegamos um dia pela manhã e o bicho parecia meio morto. Nunca vi alguém tão desesperado pela vida de um animal que sequer lhe pertencia. Foi aí que ele virou o gato da P.
Penélope segurou o gato, que mais parecia um tigre-de-bengala em seu colo, e correu com dificuldade em direção ao pátio. Pediu ao seu Geraldo, o motorista, que o levasse ao veterinário mais próximo, e rápido. A lamúria da P. durou uma semana, o tempo da internação. Penélope foi visitá-lo todos os dias e voltava com boletins não solicitados da evolução do quadro. Eu não aguentava mais aquela ladainha toda. Quando ela voltou com o bicho recém-operado dentro da caixa de transporte, seu Geraldo despontou atrás com sacolas enormes, trazendo o enxoval completo comprado no pet shop. Penélope depositou a caixa cuidadosamente no canto da sua mesa. Dava para ver um colchãozinho xadrez. Não tem gato? Então, não tem. É uma gata. Penélope mostrou a plaquinha de identificação como nome Lady Gata e o número do celular dela. É isso, agora a gata mora aqui com a gente. Alguém tem alergia? Bateu uma caixa de Fenergan em cima da mesa. Sem protestos.
Em: Virgínia mordida, Jeovanna Vieira, Companhia das Letras: 2024
Sobrado em Paraty, 19969
Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)
acrilica sobre tela 54 x 73 cm
Rege o vento na floresta
fagotes, trompas, clarins,
enquanto a brisa, modesta,
toca flauta nos jardins…
(Orlando Brito)
A colheita, 1903
Antonio Ferrigno (Itália-Brasil, 1863-1940)
óleo sobre tela, 100 x 150 cm
Museu do Ipiranga
Café, 1940
Candido Portinari (Brasil, 1903-1962)
óleo sobre tela, 46 x 55 cm
Natureza morta
Yvonne ViscontiCavalleiro (França-Brasil, 1902 – 1965)
aquarela sobre papel, 31 x 20 cm
Vaso com flores
Tadashi Kaminagai (Japão-França, 1899-1982)
óleo sobre tela – 58 x 43 cm
Praia de Copacabana, 1995
Ivan Freitas (Brasil, 1932-2006)
óleo sobre madeira industrializada, 80 x 106 cm