
Flores, 1944
John Graz (Suíça/Brasil, 1891-1980)
guache sobre papel, 49 x 60 cm

Flores, 1944
John Graz (Suíça/Brasil, 1891-1980)
guache sobre papel, 49 x 60 cm
Natureza morta
Lucy Citi Ferreira (Brasil, 1911 – 2008)
Óleo sobre tela, 55 x 46 cm
Igreja da Sé de Olinda, 2005
Ignácio da Nega [Ignácio Ramos da Silva] (Brasil, 1945)
acrílica sobre tela, 15 x 18cm
Paisagem, 1943
Edgar Walter (Brasil, 1917-1994)
óleo sobre madeira, 37 x 40 cm
Paisagem
Leopoldo Gotuzzo (Brasil, 1887 – 1983)
óleo sobre tela, 61 x 46 cm
Sonia Carneiro Leão
Gotinha meiga e mansa
acaricia meu rosto,
descendo suave
a trilha da saudade.
Lá fora as rosas rosas
E os hibiscos dourados
saúdam o outono.
Negro curió entre os poleiros
saltita de júbilo e gorjeia,
mesmo nos confins
das grades da vida.
Só eu,
do outro lado das coisas,
choro.
Tornei-me o poro por onde passa,
no vazio de uma lágrima,
o peso de tua falta.
Composição com vaso de flores
Arlindo Castellani de Carli (Brasil, 1910-1985)
óleo sobre placa, 68 x 46 cm
Paisagem Urbana, 1994
[Torre dos bombeiros e Campo de Santana]
Raimundo H. Botelho (Brasil, 1946)
óleo sobre tela, 60 x 50 cm
Natureza morta com cebolas, 1924
Maria Amélia D’Assumpção (Brasil 1883-1955)
óleo sobre tela, 24 x 40 cm
Um visitante inesperado, ilustração de Roy Keister.
“Encantei-me com o Universo e construí uma carreira como físico teórico, interessado por questões que, até recentemente, não eram consideradas científicas. Como o Universo surgiu? De onde veio a matéria que compõe as estrelas, os planetas e as pessoas? Como que átomos inanimados viraram criaturas vivas, algumas delas capazes de refletir sobre sua própria existência? E se a vida existe aqui, será que existe em outros lugares? Será que a imensidão cósmica esconde outras criaturas inteligentes?
Comecei a me interessar por essas questões quando era ainda um adolescente, seduzido pelo poder da mente e por sua capacidade de ponderar assuntos que, aparentemente, eram imponderáveis. Mesmo que, em muitos casos, as respostas a essas perguntas sejam incompletas, o que importa é participar do processo da descoberta, da busca pelo conhecimento. É nossa curiosidade que nos ergue acima da banalidade do igual, da rotina de todos os dias; é nossa curiosidade que nos define enquanto criaturas pensantes.”
Em: A simples beleza do inesperado: um filósofo natural em busca de trutas e do sentido da vida, Marcelo Gleiser, Rio de Janeiro, Record: 2017, p. 13.
Paisagem, 1966
Geza Heller (Hungria/Brasil, 1902-1992)
óleo sobre eucatex, 33 X 46 cm