O tempo, Virgínia Woolf

1 12 2025
Calendário de Eugene Grasset, para a loja La Belle Jadiniere, 1896

 

 

“Quão rapidamente flui a corrente de janeiro a dezembro! Somos levados de roldão pela torrente das coisas que se tornaram tão familiares que não projetam nenhuma sombra.”

 

Virginia Woolf,  As ondas





Paisagens brasileiras…

30 11 2025

Paisagem, 1975

Yuji Tamaki (Brasil, 1916-1979)

óleo sobre tela, 19 x 27 cm

 

 

?

Serra de Angra dos Reis

Alexandre Reider (Brasil, 1973)

óleo sobre  tela





Em casa: Eiler Sorensen

30 11 2025

Sol da manhã, 1916

Eiler Sorensen (Dinamarca, 1869 – 1953)

óleo sobre tela, 60 x 48 cm





Imagem de leitura: Walther Firle

28 11 2025

Moça lendo próximo à janela

Walther Firle (Alemanha, 1859-1929)

óleo sobre tela, 81 x 64 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

28 11 2025

Praia de Botafogo, 1932

Leopoldo Gotuzzo (Brasil,1887-1983

óleo sobre tela





Uma barganha, por um Renoir fora do olhar público…

28 11 2025

A criança e seus brinquedos: Gabrielle e Jean, filho do artista, antes de 1910

Pierre-Auguste Renoir (França, 1841-1919)

óleo sobre tela

Trata-se de uma cena em que Gabrielle Renard babá dos filhos de Renoir, e que  também serviu de modelo para Renoir, entretém Jean (filho do pintor, que mais tarde se tornou um conhecido diretor de cinema) com brinquedos em cima da mesa:  três carneirinhos, um grande galo e uma boneca com roupas camponesas. A criança está claramente se divertindo com a brincadeira. 

A tela estava fora do olhos do público desde pintada.  Pois veio a leilão em Paris, em perfeitas condições, e foi vendida pela bagatela – considerando-se a obra de Renoir — de €1.45 milhão ($1.68 milhões de dólares) + a percentagem da casa de leilões, ficou em €1.8 milhão ($2 milhões de dólares), ou R$ 10.689.200,00, sinceramente melhor do que um condomínio em Miami, se quiserem saber minha opinião.  Mas há gosto para tudo! Um colecionador internacional, que permanece anônimo, a comprou.   

Mas quem disse que é uma barganha?  Ah, essa é fácil de responder: A obra de Renoir mais cara,  vendida em leilão, alcançou os $78.100.000 {setenta e oito milhões e cem mil dólares].  Essa marca foi atingida pela obra Au Moulin de la Galette (1876), em Nova York leiloada pela Sotheby’s em 1990.  E mais recentemente a tela Berthe Morisot e sua filha Julie Manet (1894) vendeu por $24.500.000 [vinte quatro milhões e quinhentos mil dólares]. Essa venda aconteceu em 2022, na casa de leilões Christie’s de Nova York. 

A cena foi pintada por Renoir, algumas vezes.  Essa tela foi dada de presente à pintora Jeanne Baudot, única aluna de Renoir e uma amiga próxima, por volta de 1895. Jeanne era madrinha do menino Jean.  A  pintora guardou o quadro e seu filho adotivo Jean Griot o herdou e manteve o quadro em seu quarto até morrer, falecendo em 2011. 

O museu de l’Orangerie possui um estudo desse quadro em sua coleção.  Griot também possuía outra versão dessa cena que vendeu para a National Gallery em Washington DC em 1985.

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

26 11 2025

Bananas Verdes, 1973

Aldemir Martins (Brasil, 1922-2005)

acrílica sobre tela, 60 x 80 cm

 

 

Bananas, 1970

Antonio Henrique Amaral (Brasil, 1935-2015)

óleo sobre placa, 23x 64 cm 





Imagem de leitura: Philip Connard

26 11 2025

Sir Somerset A. Gough-Calthorpe, 1918

Philip Connard (Inglaterra, 1875-1968)

óleo

Imperial War Museums,  Inglaterra

 





Interação arte e observador, Roger Scruton

25 11 2025

Reflexão, 1891

Louis Abel-Truchet  (França, 1857-1918)

óleo sobre tela

 

 

Os amantes da arte que estão diante de uma pintura ficam olhando, e, mesmo quando desviam o olhar, seus pensamentos estão voltados para a imagem. Cada detalhe lhes interessa; cada forma e cor têm um significado, e eles procuram na imagem um significado humano que possam tentar expressar em palavras, se tiverem inclinação crítica, ou que possam armazenar silenciosamente em seus corações. Aqui toda a atenção vem dos espectadores: eles estão ativamente empenhados em interpretar o que veem, e a sua visualização é, em certa medida, um ato criativo. Eles estão criando o objeto de sua própria percepção, mas também recebendo dele uma visão de repouso.”

 

Roger Scruton, A cultura importa: Fé e sentimento em um mundo sitiado





Nossas cidades: Florianópolis

25 11 2025

Cena urbana no Centro de Florianópolis com a Igreja de São Francisco no fundo, SC, 1976

Matinho de Haro (Brasil, 1907-1985)

óleo sobre eucatex, 48 X 60 cm