Portão do Campo de Santana
Virgílio Dias (Brasil, 1956)
óleo sobre tela,120 x 90 cm
Rapaz lendo
Laleh Ispahani (Paquistão 1966)
“O Crisóstomo disse ao Camilo: todos nascemos filhos de mil pais e de mais mil mães, e a solidão é sobretudo a incapacidade de ver qualquer pessoa como nos pertencendo, para que nos pertença de verdade e se gere um cuidado mútuo. Como se os nossos mil pais e mais as nossas mil mães coincidissem em parte, como se fôssemos por aí irmãos, irmãos uns dos outros. Somos o resultado de tanta gente, de tanta história, tão grandes sonhos que vão passando de pessoa a pessoa, que nunca estaremos sós.”
Em: O filho de mil homens,Biblioteca Azul: 2016
Melões e laranjas
Adilson Santos (Brasil, 1944)
óleo sobre madeira, 81 x 100cm
Cajus, 1997
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925-2019)
óleo sobre eucatex, 63 x 54 cm
E um para ela
Arlene Steinberg (EUA, 1954)
lápis de cor Neocolor II, 36 x 51 cm
Coluna do mexerico
Arlene Steinberg (EUA, 1954)
lápis de cor, 30 x 61 cm
Júbilo
Arlene Steinberg (EUA, 1954)
lápis de cor Neocolor II, 19 x 41 cm
Salsa
Arlene Steinberg (EUA, 1954)
lápis de cor Neocolor_II, 71 x 46 cm
Sinfonia Primaveril
Arlene Steinberg (EUA, 1954)
lápis de cor Neocolor II , 38 x 64 cm
Geléia de morango
Arlene Steinberg (EUA, 1954)
lápis de cor
The Cats Meow
Arlene Steinberg (EUA, 1954)
lápis de cor Neocolor II, 33 x 66 cm
–
Além do arco-iris
Arlene Steinberg (EUA, 1954)
lápis de cor
Sem título
Emmanuel Garant (Canadá, 1953)
óleo sobre tela
Napoleão Bonaparte
Uma leitura interessante
Fritz Wagner (Alemanha,1896-1939)
óleo sobre tela, 31 x 26 cm
Rainer Maria Rilke, Cartas a um jovem poeta.
Jovem grega próximo à fonte, 1850
Jean-Baptiste Camille Corot (França, 1796-1875)
óleo sobre tela, 55 x 39 cm
Louvre
Vicente de Carvalho
“Deixa-me, fonte!” Dizia
A flor, tonta de terror.
E a fonte, sonora e fria
Cantava, levando a flor.
“Deixa-me, deixa-me, fonte!”
Dizia a flor a chorar:
“Eu fui nascida no monte…
“Não me leves para o mar.”
E a fonte, rápida e fria,
Com um sussurro zombador,
Por sobre a areia corria,
Corria levando a flor.
“Ai, balanços do meu galho,
“Balanços do berço meu;
“Ai, claras gotas de orvalho
“Caídas do azul do céu!…”
Chorava a flor, e gemia,
Branca, branca de terror.
E a fonte, sonora e fria,
Rolava, levando a flor.
“Adeus, sombra das ramadas,
“Cantigas do rouxinol;
“Ai, festa das madrugadas,
“Doçuras do pôr do sol;
“Carícias das brisas leves
“Que abrem rasgões de luar…
“Fonte, fonte, não me leves,
“Não me leves para o mar!”
*
As correntezas da vida
E os restos do meu amor
Resvalam numa descida
Como a da fonte e da flor….
Em: Rosa, Rosa de Amor, 1902
Paisagem rural, 2015
Clóvis Péscio (Brasil, 1951)
óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Jornada matutina
Mauro Ferreira (Brasil, 1958-2021)
óleo sobre tela, 70 X 50 cm
Copos de Leite, 1951
Mário Zanini (Brasil, 1907-1971)
óleo sobre tela, 60 x 44 cm
Copos de leite
Chen Kong Fang (China-Brasil, 1931-2012)
óleo sobre tela, 78 X 100 cm