Em casa: Elena Petrova

9 07 2023

Hotel, 2022

Elena Petrova (Rússia, 1974)

óleo sobre tela, 100 x 120 cm





Novos tempos?

9 07 2023

The Interval At The Theatre Painting by Charles Henry Tenre - Pixels

Intervalo na noite do teatro de Valençay

Charles Henry Tenré (França, 1864-1926)

óleo sobre tela

Musée d’Art et d’Industrie, Roubaix

Julho, férias e vontade de ver o que está em cena nos teatros, que anda aparecendo nos nossos musicais?  Vendo o oferecido no Rio de Janeiro, em breve passagem pelo sítio de ingressos,  concluo que estamos sem presente.  Estamos vivendo no passado.  Procurei por espetáculo musical.  Encontrei muitos. Encontrei samba, das mais variadas raízes, nenhuma das quais me seduziu, e muita música da época junina.  Nem sabia que havia tanta produção junina assim..  Mas a maioria a maioria mesmo dos espetáculos para julho toma a forma tributos a estrelas, grupos ou músicas do passado.  Temos Cazuza, Gonzaguinha, Abba, Bee Gees, Sinatra, Mamma Mia, Bob Esponja o Musical, Queen, Gal Costa, Marlene, Rei Leão, Bossa Nova, Pearl Jam, Clássicos da Broadway, Queen Live Kids, Mercedes Sosa.

Tanta saudade assim?  Não é estranho?  Por que insistimos em olhar para trás?  Talvez estejamos refletindo o gosto de quem vai a esses espetáculos?  Seriam todos de idade acima dos cinquenta anos que querem reviver o que imaginam ser uma época ideal?  Maravilhosa?  O Rio de Janeiro ficou velho?

Passei pela mesma casa de ingressos, mas foquei em São Paulo.  Este fenômeno não está lá.  Encontrei dois espetáculos de tributos a antigos cantores, mas encontrei palcos mais vibrantes com sangue novo que parecem trazer coisas interessantes.  Inexplicável o que está acontecendo no cenário carioca.  Até dois “Gritos de Carnaval” encontrei acontecendo aqui, agora, no mês de julho.  Estou em choque.





Flores para um sábado perfeito!

8 07 2023

Vaso de flores, década de 1930

Joaquim Lopes Figueira (Brasil, 1904-1943)

óleo sobre tela, 49 x 29 cm

Heliantos,1989

Madiano Tomei (Italia-Brasil, 1936 -2002)

óleo sobre tela, 70 x 50cm





Rio de Janeiro: entre mar e montanhas

7 07 2023

Lagoa Rodrigo de Freitas, 1965

Dakir Parreiras (Brasil, 1894-1967)

óleo sobre placa, 27 x 36 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

5 07 2023

Natureza Morta: morangos, s/d

Sara Garavani Franconi (Brasil, século XX)

óleo sobre madeira, 33 x 41 cm

 

 

 

Carambolas e Pêssegos

Werner Levin (Brasil, 1920-1996)

óleo sobre tela, 27 x 35 cm





Imagem de leitura — Porfiry Krylov

4 07 2023

Esposa do artista, Elena Kylova, na varanda em Gurzuf, 1954

Porfiry Krylov (Rússia, 1902-1990)

óleo sobre tela

Museu Porfiry Krylov, Tula, Rússia





No trabalho: Manoel Costa

4 07 2023

Lenhadores, 1998

Manoel Costa (Brasil,1943)

óleo sobre tela, 60 X 80 cm





Nossas cidades: Caravelas, BA

4 07 2023

Caravelas, Bahia

João Baptista Cavalcante (Brasil, século XX)

óleo sobre tela,  33 x 46 cm





Curiosidade literária

3 07 2023

O enterro, 1885

Erik Werenskiold ( Noruega, 1855-1938)

óleo sobre tela

National Gallery, Oslo, Noruega

 

 

Tafofobia ou tafefobia é  o medo de ser enterrado vivo.  Hans Christian Andersen o famoso escritor de histórias para crianças, nativo da Dinamarca, nascido em 1805 sofria deste medo. Influenciado pelos Irmãos Grimm, Heinrich Heine, Shakespeare obteve muito sucesso com histórias como A Pequena Sereia, O Soldadinho de Chumbo, A Rainha da Neve, O Patinho Feio, O Rouxinol e o Imperador.  Sua obra  foi traduzida para cento e vinte e cinco diferentes línguas, fazendo-o ocupar o oitavo lugar no recenseamento da UNESCO de autores mais traduzidos.  No entanto tinha medo tão grande de ser enterrado vivo que quando adoecia, achando que era grave, escrevia um bilhete que colocava na cabeceira da cama, com os dizeres: “Apenas pareço morto”.   Com o tempo sua fobia foi aumentando. Sabia que matematicamente, a cada ano, maiores eram suas chances de morrer ou ser tomado como morto sem o estar. Mas viveu uma longa vida, falecendo aos setenta anos em 1875.  Com esta fobia de ser enterrado vivo, deu ordens severas para que antes de sepultá-lo cortassem-lhe uma das artérias para ter certeza de que nenhuma gota de sangue jorraria por ela.

 





Passeio de domingo: casa de campo, montanha ou costa?

2 07 2023

Casario, 1980

Amadeo Lorenzato (Brasil, 1900-1995)

óleo sobre cartao, 19 x 16 cm

 

 

 

Equilíbrio da luz, 1990

Ivan Freitas (Brasil, 1932-2006)

óleo sobre tela, 140 x 160 cm

 

 

 

Paisagem, 1946

Álvaro Paulo Sêga (Brasil, 1917 -1991)

óleo sobre cartão, 26 X 31 cm