Vista de Lagoa Santa, 1969
Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)
óleo sobre tela, 42 x 130 cm
Vista de Lagoa Santa, 1969
Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)
óleo sobre tela, 42 x 130 cm
Moça com gorro, lendo, depois de 1880
Marie R. Dixon ( EUA, ? – 1896)
óleo sobre tela, 44 x 36 cm
W. Somerset Maugham
Homem escrevendo, 1890
Heinrich Breling (Alemanha, 1849-1914)
óleo sobre madeira, 13 x 17 cm
Waldir Neves
Vamos, querida, pelo mundo afora,
mirar os lírios brancos dos caminhos…
Vamos beber a luz pura da aurora,
embalados nos cânticos dos ninhos.
Vamos de perto ver a flor que chora,
pela fonte levada em torvelinhos…
Vamos colher as rosas, sem demora,
antes que murchem — sem ligar a espinhos.
Vamos buscar o belo onde ele exista,
sempre a sonhar, sonhando noite e dia,
que é com sonhos que o belo se conquista.
Vamos criar a mística de crer
que a vida é bela… é amor… é fantasia…
e há que sonhar e amar… para viver!…
Um interior em Chelsea, 1914
Philip Connard (Inglaterra, 1875-1958)
óleo sobre tela, 101 x 75 cm
Galeria Oldham, Reino Unido
Rio de Janeiro, baia da Guanabara, 1939
Antônio Cassiano Meirelles (Recife, 1919-?)
óleo sobre tela, 31 x 20 cm.

Interior parisiense, 1877
Mihály Munkácsy (Hungria, 1844-1900)
óleo
Autorretrato como se em 1922, 1942
Alberto Valença (Brasil, 1890-1983)
óleo sobre tela, 48 x 40 cm
Bico de papagaio, (Flores)
Colette Pujol (Brasil, 1913-1999)
óleo sobre tela, 48 x 63 cm
Asa de Arara,1950
Leopoldo Gotuzzo (Brasil, 1887 – 1983).
óleo sobre tela, 61 X 110 cm
Janela dos Dois Irmãos, 1997
Jorge Eduardo Alves de Souza (Brasil, 1936)
óleo sobre chapa de madeira industrializada,104 x 135 cm
Retrato de senhora, 1950
[Retrato de Lady Elizabeth Cavendish]
Lucian Freud (Alemanha-Inglaterra, 1922-2011)
óleo sobre tela, 15 x 20 cm
Coleção Particular
“Um pintor deve pensar, de tudo o que vê, como estando lá inteiramente para seu uso e prazer. O artista que serve à natureza não passa de um artista executivo. E, uma vez que o modelo que ele copia tão fielmente não será pendurado ao lado do quadro, já que o quadro estará ali sozinho, não importa nem um pouco se ele é uma cópia acurada do modelo. Se ele vai convencer ou não, depende inteiramente do que ele é em si mesmo, do que está lá para ser visto. O modelo deve apenas servir à função particular de fornecer ao pintor o ponto de partida para seu estímulo.”
Em: A Arte da Rivalidade, Sebastian Smee









