Autorretrato com geladeira, 2024
Isabel Betsill (EUA, contemporânea)
acrílica sobre tela
Autorretrato com geladeira, 2024
Isabel Betsill (EUA, contemporânea)
acrílica sobre tela
Algumas flores, 1994
José Moraes (Brasil, 1921-2003)
óleo sobre tela, 40 x 30 cm
Nu com vaso de flores, 1988
Enrico Bianco (Itália-Brasil, 1918-2013)
óleo sobre eucatex, 70 x 50 cm
Mosteiro de São Bento, 2007
Fernando Gomes (Brasil, 1960)
óleo sobre tela, 35 x 27 cm
Luz do sol e sombra, 1873
Winslow Homer (EUA, 1836–1910)
óleo sobre tela, pincel seco e óleo sobre tela, 40 x 58 cm
Cooper Hewitt, Smithsonian Design Museum, NY
Autorretrato cubista, 1940
José Moraes (Brasil, 1921-2003)
óleo sobre tela, 65 x 54 cm
Lavando janelas, 1889
Lotten Rönquist (Suécia, 1875-1912)
óleo sobre tela, 93 x 49 cm
Natureza morta, 1945
Ado Malagoli (Brasil, 1906 -1994)
óleo sobre tela, 45 x 55 cm
Natureza morta, 1947
Roberto Burle Marx (Brasil, 1909-1994)
óleo sobre cartão, 33 x 48 cm
Rua de Diamantina, MG
Colete Pujol (São Paulo, 1913-1999)
óleo sobre placa de eucatex, 32 x 23 cm
Perigo de incêndio, 2023
Xiao Wang (China-EUA, 1990)
óleo sobre tela, 122 x 152 cm
Regina, esposa do pintor lendo
Henry Bouvet (França 1859-1945)
óleo sobre tela
Coleção Particular
As leituras de Ema Bovary:
“Com Walter Scott, mais tarde, apaixonou-se pelas coisas históricas, sonhou com baús, sala de guardas e menestréis. Teria gostado de viver em alguma velha mansão, como aquelas castelãs de longo corpete, que, sob o trevo das ogivas, passavam os seus dias, com o cotovelo sobre a pedra e o queixo na mão, a olhar vir do fundo da campanha um cavaleiro de pluma branca que galopa num cavalo negro. Teve, naquele tempo, um culto por Maria Stuart, e venerações entusiastas em relação a mulheres ilustres ou infortunadas. Joana d’Arc, Heloísa, Agnès Sorel,15 a bela Ferronnière e Clémence Isaure, para ela, destacavam-se como cometas na imensidão tenebrosa da história, onde se sobressaíam ainda, aqui ou acolá, porém mais perdidos na sombra e sem nenhuma relação entre eles, são Luís e o seu carvalho, Bayard moribundo, algumas ferocidades de Luís XI, um pouco de São Bartolomeu, o penacho do Béarnais, e sempre a lembrança dos pratos pintados em que Luís XIV era louvado.”
Madame Bovary, Gustave Flaubert, Tradução de Mário Laranjeira: Penguin Classicos
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