Em casa: Isabel Betsill

1 03 2026

Autorretrato com geladeira, 2024

Isabel Betsill (EUA, contemporânea)

acrílica sobre tela





Flores, porque hoje é sábado…

28 02 2026

Algumas flores, 1994

José Moraes (Brasil, 1921-2003)

óleo sobre tela, 40 x 30 cm

 

 

 

Nu com vaso de flores, 1988

Enrico Bianco  (Itália-Brasil, 1918-2013)

óleo sobre eucatex, 70 x 50 cm

 

 

 

 





Da janela vê-se o Corcovado…

27 02 2026

Mosteiro de São Bento, 2007

Fernando Gomes (Brasil, 1960)

óleo sobre tela, 35 x 27 cm





Sombra e água fresca: Winslow Homer

26 02 2026

Luz do sol e sombra, 1873

Winslow Homer (EUA, 1836–1910)

óleo sobre tela, pincel seco e óleo sobre tela, 40 x 58 cm

Cooper Hewitt, Smithsonian Design Museum, NY





Eu pintor: José Moraes

26 02 2026

Autorretrato cubista, 1940

José Moraes (Brasil, 1921-2003)

óleo sobre tela, 65 x 54 cm 





No trabalho: Lotten Ronquist

25 02 2026

Lavando janelas, 1889

Lotten Rönquist  (Suécia, 1875-1912) 

óleo sobre tela, 93 x 49 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

25 02 2026

Natureza morta, 1945

Ado Malagoli (Brasil, 1906 -1994)

óleo sobre tela, 45 x 55 cm

 

 

 

Natureza morta, 1947

Roberto Burle Marx (Brasil, 1909-1994)

óleo sobre cartão, 33 x 48 cm 

 





Nossas cidades: Diamantina

24 02 2026

Rua de Diamantina, MG

Colete Pujol (São Paulo, 1913-1999)

óleo sobre placa de eucatex,  32 x 23 cm





Em casa: Xiao Wang

22 02 2026

Perigo de incêndio, 2023

Xiao Wang (China-EUA, 1990)

óleo sobre  tela, 122 x  152 cm





A influência da literatura, trecho de Madame Bovary, Flaubert

21 02 2026

Regina, esposa do pintor lendo

Henry Bouvet (França 1859-1945)

óleo sobre tela

Coleção Particular

 

 

 

As leituras de Ema Bovary:

 

“Com Walter Scott, mais tarde, apaixonou-se pelas coisas históricas, sonhou com baús, sala de guardas e menestréis. Teria gostado de viver em alguma velha mansão, como aquelas castelãs de longo corpete, que, sob o trevo das ogivas, passavam os seus dias, com o cotovelo sobre a pedra e o queixo na mão, a olhar vir do fundo da campanha um cavaleiro de pluma branca que galopa num cavalo negro. Teve, naquele tempo, um culto por Maria Stuart, e venerações entusiastas em relação a mulheres ilustres ou infortunadas. Joana d’Arc, Heloísa, Agnès Sorel,15 a bela Ferronnière e Clémence Isaure, para ela, destacavam-se como cometas na imensidão tenebrosa da história, onde se sobressaíam ainda, aqui ou acolá, porém mais perdidos na sombra e sem nenhuma relação entre eles, são Luís e o seu carvalho, Bayard moribundo, algumas ferocidades de Luís XI, um pouco de São Bartolomeu, o penacho do Béarnais, e sempre a lembrança dos pratos pintados em que Luís XIV era louvado.”

 

Madame Bovary, Gustave Flaubert, Tradução de Mário Laranjeira: Penguin Classicos