Uma jovem lendo
Willem Geets (Bélgica, 1838-1919)
óleo sobre tela, 81 x 65 cm
Moça lendo no banco
Sebastia Boada (Espanha, 1935-2022)
óleo sobre tela
Nós todos temos autores favoritos. Ray Bradbury lista os seus.
“Você tem uma lista de escritores favoritos, eu tenho a minha: Dickens, Twain, Wolfe, Peacock, Shaw, Molière, Jonson, Wycherly, Sam Johnson. Poetas: Gerard Manley Hopkins, Dylan Thomas, Pope. Pintores: El Greco, Tintoretto. Músicos: Mozart, Haydn, Ravel, Johann Strauss (!). Pense em todos esses nomes e você vai pensar em entusiasmos, apetites, fomes, grandes ou pequenas, mas de qualquer forma, importantes. Pense em Shakespeare e Melville e você vai pensar em trovão, raio, vento. Todos sabiam da alegria de criar em formatos grandes ou pequenos, em telas ilimitadas ou restritas. Esses são os filhos dos deuses. Souberam se divertir em seu trabalho. Não importa se a criação foi difícil aqui e ali, ao longo do caminho, ou se doenças e tragédias acometeram sua vida mais íntima. As coisas importantes são aquelas que nos foram transmitidas por suas mãos e mentes, e essas coisas estão cheias até a tampa de vigor animal e vitalidade intelectual. Seus ódios e desesperos foram relatados com uma espécie de amor.
Em: Zen na arte da escrita, Ray Bradbury, tradução de Petê Rissatti, Rio de Janeiro, Globo: 2020, p. 15-16
Natureza morta, 1977
Gustavo Rosa (Brasil, 1946-2013)
óleo sobre tela, 65 x 54 cm
Natureza morta, 1981
Humberto da Costa (Brasil, 1941)
óleo sobre tela, 46 X 55 cm
“Pessoas com vidas interessantes não têm fricote. Elas trocam de cidade. Investem em projetos sem garantia. Interessam-se por gente que é o oposto delas. Pedem demissão sem ter outro emprego em vista. Aceitam um convite para fazer o que nunca fizeram. Estão dispostos a mudar de cor preferida, de prato predileto. Começam do zero inúmeras vezes. Não se assustam com a passagem do tempo. Sobem no palco, tosam o cabelo, fazem loucuras por amor, compram passagens só de ida.”
Martha Medeiros
Carruagem de prata e prata dourada, na forma de barril, c. 1900
Provavelmente Austro-húngara
comprimento: 40,6 cm; peso total, 4.087 gramas
Carruagem em formato de barril sobre quatro rodas, puxada por dois cavalos que portam selas em esmalte vermelho. O corpo da carruagem é decorado com folhas de parreira em esmalte verde e grandes cachos de uvas formados por pérolas, corais e contas coloridas. O condutor está à frente do veículo, com dois anjinhos (putti) no topo. Os cestos pendurados dos dois lados são removíveis. Atrás há uma torneira encimada por um puto. O conjunto está sobre uma base retangular cinzelada no desenho de treliça e folhagem em volutas nos pés de bronze.
A lição de escrita, c. 1905
Pierre-Auguste Renoir (França, 1841-1919)
óleo sobre tela, 46 x 55 cm
A ser leiloado em 9-4-2025, Christie’s de Paris
um dos quadros do colecionador: Henri Cannone
Flores, 1985
Carlos Scliar (Brasil, 1920-2001)
vinil colado sobre tela, 56 x 37 cm
Flores, 1984
Carlos Bracher (Brasil, 1941)
óleo sobre tela, 45 x 32 cm