
Leitura
Florenta Pretorian (Romênia, 1902-1948)
óleo sobre papelão, 45 x 38cm

Leitura
Florenta Pretorian (Romênia, 1902-1948)
óleo sobre papelão, 45 x 38cm
Bacanal nas árvores
Lucio Bubacco, (Itália, 1959)
Vidro soprado, 48 x 45 x 23 cm
Marta Hewett Gallery
Lucio Bubacco é conhecido pela perfeição anatômica de suas composições em vidro. Natural de Veneza, ele trabalha com figuras de vidro, completamente feitas à mão na chama viva e incorporadas a vasos de vidro soprado ou modelados. É um dos grandes escultores em vidro da nossa era.
DETALHE
Bacanal nas árvores
Lucio Bubacco, (Itália, 1959)
Vidro soprado, 48 x 45 x 23 cm
Marta Hewett Gallery

Um momento de reflexão, 1880
William Oliver (GB, 1823-1901)
óleo sobre tela, 60 x 45 cm
Leitura
Vicente Romero (Espanha, 1956)
Pastel, 69 x 80 cm
Julián Fuks em A resistência, São Paulo, Companhia das Letras:2015, página 9, primeiro capítulo, primeira página.

Sonhando acordada, 1895
Csók István (Hungria, 1865 – 1961)
óleo sobre tela, 73 × 78 cm.

Paisagem, 1969
José Ferraz Pompeu (Brasil, 1915 – 2002)
óleo sobre eucatex, 40 x 30 cm

Um parágrafo interessante
Haynes King (GB, 1834-1901)
óleo sobre tela, 35 x 45 cm
Leeds Arte Gallery, Leeds Museums and Galleries
Foto: Greg Foster, fotografia feita no Smithsonian Museum, Viveiro de borboletas, Washington DC.
A Borboleta Transparente leva o nome científico de Greta Oto. Natural da América Central: México, Panamá. Ela também pode ser encontrada na Venezuela, na Colômbia e em algumas partes do Brasil. É uma borboleta com asas transparentes exceto pelas bordas das asas que são marrom avermelhado e fazem o efeito de pequenas janelas. Não é comum, mas a espécie ainda não está em perigo. A razão de ser transparente é simples, ela não tem escamas coloridas como as outras borboletas. Essa transparência serve de camuflagem. O corpo é sempre escuro. As asas abertas podem chegar a 6 cm de largura e elas são bastante resistentes, podendo voar até 20 km por dia.

Flores
Maria Amélia D’Assumpção (Brasil, 1883-1955)
óleo sobre tela, 53 x 52 cm

O bibliófilo Haunt ou a Livraria Creech
William Fettes Douglas (Escócia, 1822-1891)
óleo
Câmara de Vereadores da Cidade de Edinburgh
Um dia, o escritor e dramaturgo irlandês George Bernard Shaw, nas suas inúmeras perambulações pela cidade, encontrou nas prateleiras de um sebo um de seus próprios livros que ele havia dedicado a uma pessoa de grande estima. Shaw não teve dúvidas: comprou o livro e o devolveu ao dono original com a seguinte dedicatória: “Com estima renovada, George Bernard Shaw.”
Em: Ex Libris: confessions of common reader, Anne Fadiman, Nova York, Farrar, Straus e Giroux: 2000.