Flores para um sábado perfeito!

15 01 2022

Natureza morta, flores

Geraldo de Castro (Brasil, 1914-1992)

óleo sobre tela, 65 x 46 cm





Rio de Janeiro, RJ, Brasil

14 01 2022

Nascer do sol na Praia de Copacabana, década 1930

Paulo Gagarin (Rússia-Brasil,1885-1980)

óleo tela colado no cartão, 39 x 48 cm





Palavras para lembrar: Emily Dickinson

12 01 2022

Nos degraus

Monica Castanys (Espanha, 1973)

óleo sobre tela

 

“Nunca escrevo meu nome nos livros que compro até que os tenha lido, porque só então posso chamá-los meus”

Emily Dickinson





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

12 01 2022

Frutas, 1973

Francisco Brennand (Brasil, 1927-2019)

tapeçaria, 106 x 136 cm

 





Nossas cidades: Paraty

11 01 2022

Paraty

Luis Claudio Morgilli (Brasiçl, 1955)

óleo sobre tela





Curiosidade literária

10 01 2022

Lendo debaixo da sombrinha

Elizabeth Lee Clarence Hinkle (EUA, 1880 — 1960)

óleo sobre tela

Laguna Art Museum, Califórnia

 

A leitura do Talmude, relata Disraeli [Curiosities of Literature, 1881], já foi proibida por vários editos, do Imperador Justiniano, por muitos dos reis de França e Espanha e numerosos papas.  A ordem era queimar-se todas as cópias, só a corajosa perseverança dos judeus preveniu seu desaparecimento.  Em 1569 doze mil cópias foram incendiadas em Cremona. Johann Reuchlin (1455–1522) humanista alemão, católico, estudioso de Grego e Hebraico, interferiu para que parassem com a destruição universal dos  Talmudes.  Por isso, passou a ser odiado pelos monges, e condenado pelo Eleitorado de Mainz, um dos estados mais prestigiosos e influentes do Sacro Império Romano. Mas apelou para Roma e as acusações foram suspensas e não foi mais considerado necessária a destruição dos Talmudes.





Flores para um sábado perfeito!

8 01 2022

Girassóis e Minha Cidade, 1998

Adir Sodré (Brasil, 1962-2020)

Acrílica sobre tela, 200 x 200cm





Rio de Janeiro, RJ, Brasil

7 01 2022

Rio, 1972

Nelson Jungbluth (Brasil, 1921-2008)

acrílica sobre tela , 100 x 70 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

5 01 2022

Maçã, 1968

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925 -2019)

óleo sobre tela, 22 x 16 cm





Curiosidade literária

20 12 2021

A leitura

Jean d’Esparbès (França, 1898-1968)

óleo sobre tela

 

 

 

Stendhal é um dos poucos escritores que poderia se orgulhar de dar nome a uma doença.   Em 1817,  viajou pelo sul da Europa, parando em Florença.  Lá, na Catedral de Santa Croce, emocionado, sentiu-se mal.  Mais tarde descreveu o que havia acontecido como “sensações celestiais” após se render à beleza sublime das belas obras de arte que o rodeavam.  Na saída da igreja, foi acometido por taquicardia, sentindo que a vida se esvaía de seu corpo, enquanto caminhava com dificuldade, acreditando poder cair a qualquer momento.

Esta foi a primeira descrição de um fenômeno que recebeu o nome de síndrome de Stendhal, uma doença psicossomática que pode provocar reações várias, que vão de problemas de percepção aos sentimentos de angústia, levando às vezes ao pânico.