Remorso, Aldous Huxley

24 09 2021

Romance à beira-mar

Charles Wynne Nicholls (Irlanda, 1831-1903)

óleo sobre madeira, 21 x 27 cm

“Todos os moralistas estão de acordo em que o remorso crônico é um sentimento dos mais indesejáveis. Se uma pessoa procedeu mal, arrependa-se, faça as reparações que puder e trate de comportar-se melhor na próxima vez.  Não deve, de modo nenhum, pôr-se a remoer suas más ações. Espojar-se na lama não é a melhor maneira de ficar limpo.”

Aldous Huxley

Em: Admirável mundo novo, Aldous Huxley; tradução Vidal de Oliveira, 22ª edição, São Paulo, Globo: 2014. Prefácio, p.7





Imagem de leitura — Frank Frigyes

23 09 2021

Mimi na espreguiçadeira, 1927

Frank Frigyes, (Hungria, 1890–1976)

óleo sobre tela





Imagem de leitura — Jan van Eyck

15 09 2021

São Jerônimo, 1442

Jan van Eyck (Bélgica, 1395 – 1441)

óleo sobre pergaminho colado em madeira, 20 x 12 cm

Instituto das Artes, Detroit

[Provavelmente acabado por seus seguidores ou colegas de ateliê, já que datado um ano após sua morte]





Palavras para lembrar: Doris Lessing

14 09 2021

Este é o nosso canto, 1873

Sir Lawrence Alma Tadema (Holanda-Inglaterra, 1836-1912)

óleo sobre madeira, 56 x 47 cm

Museu Van Gogh, Amsterdam

 

 

“Pais deveriam deixar livros em todos os cantos rotulados ‘proibido’, se quisessem que seus filhos lessem.”

 

Doris Lessing





Sublinhando…

9 09 2021
Ilustração de Jean Emile Laboureur, 1912.

“O mundo, meu caro, é um imenso livro de maravilhas. A parte que o homem já leu chama-se passado; o presente é a página em que está aberto o livro, o futuro são as páginas ainda por cortar.”

Em: O presidente negro, Monteiro Lobato, Capítulo IV. Não posso dar a página, porque li em versão eletrônica. Em domínio público.





Imagem de leitura — Giola Gandini

31 08 2021

Senhora lendo, 1938

Giola Gandini (Itália, 1906 – 1941)

óleo sobre tela





Sublinhando…

29 08 2021

Menina que lê, 1971

Cesare Peruzzi (Itália, 1894- 1995

óleo sobre tela

“Às vezes eu ficava com a impressão de que por conta das minhas leituras frequentes eu me chocava menos facilmente do que as pessoas ao meu redor, que eu sabia mais informações factuais — sobre sexo sim, mas também sobre furacões, danças folclóricas e Zoroastrismo. …”

Em: A esposa americana, Curtis Sittenfeld, tradução de Natalie Gerhardt, Rio de Janeiro, Editora Record: 2010, p. 341





Imagem de leitura — Albert Marquet

26 08 2021

Mme Marquet lendo na varanda, 1924

Albert Marquet (França, 1875 – 1947)

óleo sobre tela





Minha avó, de Curtis Sittenfeld

25 08 2021

Lendo no ateliê do artista

Barry Thomas (EUA, 1961)

óleo sobre tela, 76 x 101 cm

 

 

“Vovó nunca passava o aspirador ou varria e apenas em raras ocasiões — se meus pais não estivessem em casa ou se mamãe estivesse doente — ela cozinhava, preparando pratos notáveis pela total ausência de alimentos nutritivos. Um jantar poderia consistir de queijo frito e panquecas mal cozidas. O que vovó realmente fazia era ler; era desse modo que passava o tempo. Não raro, ela terminava um livro em um dia — preferia os romances, principalmente os dos mestres russos, mas também lia histórias, biografias e suspenses sangrentos. Passava horas e horas, durante toda a manhã e a tarde, sentada na sala de estar ou na cama (que estaria arrumada, e ela vestida), virando as páginas e fumando cigarros Pall Mall.  Desde cedo, compreendi que, do ponto de vista doméstico, que é o mesmo que dizer na opinião dos meus pais, vovó não era simplesmente inteligente e fútil; sua inteligência e futilidade estavam entrelaçadas.  Ela podia lhe contar tudo sobre a maldição do diamante Hope ou sobre o canibalismo praticado pelo grupo de emigrantes conhecido como Donner Party — não que ela devesse ter vergonha de saber sobre tudo isso, mas também não havia razão para ficar orgulhosa. As curiosidades e histórias que ela contava eram interessantes, mas nada tinham a ver com a vida real: pagar a hipoteca, lavar uma panela, manter a casa aquecida nos invernos rigorosos de Wisconsin.”

 

Em: A esposa americana, Curtis Sittenfeld , tradução de Natalie Gerhardt, Rio de Janeiro, Editora Record: 2010, pp. 20-21.





Imagem de leitura: Anja Jager

19 08 2021

Lotie lendo

Anja Jager (Holanda, 1966)

têmpera, 30 x 30 cm