Sublinhando…

9 10 2022

Jovem lendo

Vera Alabaster (GB, 1889–1964)

Harbour Cottage Gallery

 

“O convívio social tem o grande mérito de abrandar a idiotice do casal que não conversa, jamais descobre que não tem muitas afinidades. A companhia do outro tem o mesmo efeito da aposentadoria para as pessoas da classe média, ou seja, causa divórcio.”

 

Em: Esnobes, Julian Fellowes, tradução de Beatriz Horta, Rio de Janeiro, Fabrica 231: 2016, p.164.





Domingo, um passeio no campo!

9 10 2022

Paisagem

Victorina Sagboni (Brasil, 1932-2009)

óleo





“Disciplina”, poesia de Tania Horta

8 10 2022

A carta de amor

Hendrik Jacobys Scholten (Holanda, 1824-1907)

óleo sobre madeira, 33 x 26 cm

 

 

 

Disciplina

 

Tania Horta

 

Para fugir de ti

distraio o meu coração

arrumando quinquilharias,

meus armários, minhas gavetinhas.

Como podes o meu amor tão grande

transformar em coisas comezinhas?

 

 

Em: Coração fechado para obras, Tania Horta, capa e ilustrações de Ziraldo, São Paulo, Massao Ono: 1991 p. 42





Flores para um sábado perfeito!

8 10 2022

Vaso com rosinha caipira, 2017

Maty Vitart (Marrocos-Brasil, 1955)

látex sobre tela, 97 x 80 cm

 





Narrativa versus poesia, Umberto Eco

7 10 2022

Sem título

Daniela Astone (Itália, 1980)

óleo sobre tela

“… um romance não é apenas um fenômeno linguístico. Na poesia, é difícil traduzir as palavras porque o que importa é o seu som, assim como seus significados deliberadamente múltiplos, e é a escolha das palavras que determina o conteúdo. Numa narrativa, temos a situação contrária: o universo que o autor construiu, os acontecimentos que neles ocorrem é que ditam o ritmo,, o estilo e até a escolha das palavras. A narrativa é governada pela regra latina, “Rem tene, verba sequentor” — “Prenda-se ao tema e as palavras virão” — ao passo que na poesia a formulação deve ser mudada para: “Prenda-se às palavras e o tema virá.”

Em: Confissões de um jovem romancista, Umberto Eco, tradução de Clóvis Marques, Rio de Janeiro, Record: 2018, p. 15





Imagem de leitura: Edmond Aman-Jean

6 10 2022

Intimidade

Edmond Aman-Jean (França, 1858-1936)

Óleo  sobre tela

Coleção Particular





No trabalho: Lucien Bolivar Manson

6 10 2022

A secretária

James Bolivar Pissarro (Inglaterra, 1879-1945)

óleo sobre tela,  76 x 63 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

5 10 2022

Bule e frutas

João Suzuki (Brasil, 1935-2010)

Aquarela





Palavras para lembrar

5 10 2022

Atualizando-se, 2021

Anna Reznikova (Chipre, contemporânea)

óleo sobre tela, 60 x 50 cm

 

“Ler…

é ir a algum lugar sem precisar pegar um trem ou navio, desvendar mundos novos e incríveis. É viver uma vida que você não nasceu para viver e uma chance de ver algo colorido pela perspectiva de outra pessoa. É aprender sem ter que enfrentar as consequências dos fracassos, é aprender como ter sucesso da melhor maneira.”

 

 

Em: A última livraria de Londres de Madeline Martin, tradução de Simone Reisner, Kindle edition, 2022.





4 de outubro, dia de São Francisco, protetor do animais

4 10 2022

São Francisco, 1999

Adelson do Prado (Brasil, 1944)

acrílica sobe tela, 81 x 100 cm

 

São Francisco é um dos santos mais representados na pintura brasileira.  Há outros, mas nenhum é tão popular quanto ele.  Não é só um caso de devoção, acredito, há dois fatores adicionais.  Como é considerado o protetor dos animais, muitas pessoas daquelas que têm animais de estimação, levam seus cachorrinhos, gatinhos, pássaros e todo tipo de animal para serem benzidos  o que o faz muito popular.  Também acredito que por causa desses animais, é um tema que agrada ao artista por poder colocar ou um grande número de pombinhos, (bastante comum) ou outros animais à volta do santo.  De qualquer maneira, São Francisco foi pintado pela grande maioria dos artistas do país.

 

São Francisco

Álvaro Borges (Brasil, 1928-1994)

óleo sobre cartão, 50 x 50 cm

São Francisco, 1983

Antônio Maia (Brasil, 1928-2008)

acrílica sobre tela, 57 x 43 cm

São Francisco de Assis, 1973

Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)

óleo sobre madeira, 73 x 54 cm

São Francisco, 1980

Elisabeth Lavoie (Brasil, contemporânea)

acrílica  sobre tela

São Francisco

Cícero Dias (Brasil, 1907-2003)

óleo sobre tela, 71 x 59 cm

São Francisco, 1970

Clóvis Graciano (Brasil, 1907-1988)

óleo sobre tela, 79 x 62 cm

São Francisco e os peixes, 1986

Petrônio Bax (Brasil, 1927-2009)

óleo sobre tela, 60 x 50 cm

São Francisco com papagaio, 1970

Sebastião Januário (Brasil 1939)

têmpera sobre tela, 100 x 81 cm

São Francisco com tucano, 2002

Joubert Pantanero (Brasil, 1946)

óleo sobre tela,  60x 70 cm

São Francisco de Assis,1981

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925- 2019)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm

São Francisco, 1970

Vicente do Rêgo Monteiro (Brasil,1899-1970)

óleo  sobre tela colada em chapa, 61 x 37 cm

São Francisco com pássaros, 1973

José de Dome (Brasil, 1921-1982)

óleo sobre tela, 100 x 50 cm

São Francisco, 1981

Edson Lima (Brasil, 1936)

óleo sobre tela, 54 x 65 cm