Embora não fosse nobre,
meu pai deixou — que nobreza —
em seu nome honrado e pobre,
minha única riqueza.
(José Corrêa Villela)
Embora não fosse nobre,
meu pai deixou — que nobreza —
em seu nome honrado e pobre,
minha única riqueza.
(José Corrêa Villela)
Jenna, sexta à noite no Brooklyn, 2019
Aliza Nisenbaum (México, 1977)
óleo sobre tela, 162 x 144 cm
Vitória, 1896
Joseph Caraud (França, 1821-1905)
óleo sobre tela , 60 x 45 cm
Manhã de Sol em São Paulo, 1925
Henrique Manzo (Brasil, 1896-1982)
óleo sobre tela, 67x 89 cm
Tempos de primavera II, 2005
Fernando Leitão (Brasil, 1945)
acrílica sobre tela, 70×90 cm
Praia com flamboyant
Francisco Acquarone (Brasil, 1898-1954)
óleo sobre tela, 38 x 46 cm
A esperança
Ana Goldberger (Brasil, 1947-2019)
acrílica sobre tela – 30×40 cm
Vaso de flores
Edgar Oehlmeyer (Brasil, 1909-1967)
óleo sobre eucatex, 70 x 50 cm
Canal da Barra ao Fundo Pedra da Gávea
Orlando Brito ( Brasil, 1920-1981)
óleo sobre tela, 42 x 34 cm
A lavadeira, 1915
William Henry Margetson (Inglaterra, 1861-1940)
aquarela sobre papel
Coleção Particular
De longe, próximo, 1937
[From the Faraway, Nearby]
Georgia O’ Keefe (EUA, 1887-1986)
óleo sobre tela, 91 x 101 cm
Metropolitan Museum
Ivan Junqueira
Esse punhado de ossos que, na areia,
alveja e estala à luz do sol a pino
moveu-se outrora, esguio e bailarino,
como se move o sangue numa veia.
Moveu-se em vão, talvez, porque o destino
lhe foi hostil e, astuto, em sua teia
bebeu-lhe o vinho e devorou-lhe à ceia
o que havia de raro e de mais fino.
Foram damas tais ossos, foram reis,
e príncipes e bispos e donzelas,
mas todos a morte apenas fez
a tábua rasa do asco e das mazelas.
E ali, na areia anônima, eles moram.
Ninguém os escuta. Os ossos não choram.
Em: O Tempo além do Tempo, Ivan Junqueira, organização e prefácio de Arnaldo Saraiva, Editora Quasi, Vila Nova do Farmalicão: 2007, p, 108
Maçãs e uvas
Domingos Gemelli (Brasil, 1903-1985)
óleo sobre tela, 35 x 55 cm
Maçãs, 2005
Alex Melo (Brasil, 1975)
Óleo sobre tela, 70 x 90 cm
Campos do Jordão,1943
Francisco Rebolo (Brasil, 1902 – 1980)
óleo sobre cartão, 34 x 26 cm














