Frutas e flores outonais, 2001
Timothy Easton (Inglaterra, 1943)
óleo sobre tela, 51 x 61 cm
“Não há plantas boas para comida que não o sejam também para cura. O excesso é que causa problemas.”
Frutas e flores outonais, 2001
Timothy Easton (Inglaterra, 1943)
óleo sobre tela, 51 x 61 cm
Caminho em Pilar, RJ, 1949
Willem Leendert Van Dijk, (Holanda-Brasil, 1915 – 1990)
óleo sobre tela, 30 x 39 cm
Palmyra, MG, 1902
J. Baptista da Costa (Brasil, 865-1926)
óleo sobre madeira, 20 X 28 cm
Moça sentada em interior, 1930
Harrington Mann (Escócia, 1864-1937)
óleo sobre tela, 30 x 24 cm
Coleção Particular
Vaso de flores
Amélia Pastro Maristany (Brasil, 1897 – 1979)
óleo sobre madeira, 26 x 35 cm
Vaso com rosas, 1943
Antônio Cunha (ativo na primeira metade do século XX)
óleo sobre tela, 61 x 50 cm
Lendo na praia
Jeffey T. Larson (EUA, 1962)
óleo sobre tela
“Você quer ser amada como as heroínas dos livros da sua mãe. Quando na realidade o amor é tão simples… Veja-o como uma flor que nasce e que morre em seguida porque tem que morrer. Nada de querer guardar a flor dentro de um livro, não existe coisa mais triste no mundo do que fingir que há vida onde a vida acabou. Fica um amor com jeito desses passarinhos empalhados que havia nos escritórios dos nossos avós.”
Lygia Fagundes Telles, Verão no aquário
Aterro do Flamengo com Pão de Açúcar ao fundo
Hyram Ney de Araújo Silva (Brasil, 1934-2010)
acrílica sobre tela, 43 x 64 cm
Parece incrível, não é? A descoberta, na Turquia, de três mini imagens de bichos – abutre, raposa e javali – são capazes de redirecionar algumas de nossas ideias sobre os primeiros povoados do período neolítico. Arqueólogos concluíram as pequenas esculturas encontradas e cuidadosamente colocadas dentro de um pequena cuia, por sua vez protegida dentro da grande tigela, que vemos na foto acima, são mais um sinal de que as populações locais, do período neolítico, já estavam organizadas em povoados há 11.500 anos atrás. Esses animais esculpidos, cuidadosamente preservados pelos próprios habitantes dos local, faziam parte da cultura oral, da história, das lendas, da contação de histórias, fábulas, rituais para sobrevivência. São as esculturas de animais mitológicos mais antigas que se conhece, o que empurra para um período ainda mais longínquo, o surgimento das primeiras aldeias humanas do neolítico.
Descoberto no sítio de Karahantepe o grupo de animais, de aproximadamente 3,5 cm de altura, foi encontrado num pequeno recipiente coberto com uma tampa de pedra, dentro de recipiente bem maior, Cada uma dos animais tinha a cabeça colocada dentro de um anel de pedra calcária. Essa composição, intencionalmente organizada, leva a crer na existência de rituais exercidos pela memória coletiva, onde os anéis de calcário teriam significado específico. É importante lembrar que até então só imagens em duas dimensões, portanto imóveis, como desenhos em relevo nas pedras, haviam sido encontradas como expressões culturais para grupos humanos vivendo a 11.500 anos.
Nesse exemplo se resume
um prêmio às almas bondosas:
fica sempre algum perfume
nas mãos que oferecem rosas!
(Aparício Fernandes)