Em casa: Andrés Lozano

14 01 2024

Notícias do mundo, 2021

Andrés Lozano (Espanha, 1992,  radicado em Londres)

acrílica e óleo sobre tela,  120 x 120 cm





Flores para um sábado perfeito!

13 01 2024

Flores

Alberto Nicolau (Brasil, 1961)

óleo sobre tela

 

 

 

Vaso com flores

Guita Charifker (Brasil, 1936 – 2017)

serigrafia, 60 x 80 cm





Cuidado, quebra!

12 01 2024

Vaso Mosaico. c. 1925

Nicolo Barovier (Itália, 1895-1947) 

vidro fundido, cortado e refundido

Galeria Glass Past, New York.

 

 

A família Barovier está entrelaçada com a própria história dos vidros da Ilha de Murano na Itália.  Eles estão na produção de vidro de Murano desde 1320, ou seja, desde a Baixa Idade Média.  Originalmente conhecidos como Artisti Barovier, hoje sua produção leva o nome de Barovier & Toso.

Nicolo e seu irmão Ercole ambos trabalhando durante o século XX, foram inovadores nesta nova técnica usada para produzir peças de Murano. Eles primeiro fundem diversos tubos de vidro de cores variadas, arrumando-os em desenhos interessantes. Depois,  eles fatiam o vido em camadas muito finas e reorganizam a montagem para então fundir por uma segunda vez, o vidro com padrão na forma da peça final de sua intenção.

Essa técnica chamada murrina, aplicada neste vaso acima, leva a assinatura de Nicolo.  acredita-se que haja aproximadamente cem obras com esta técnica em existência.





Rio de sol, de céu, de mar…

12 01 2024

Praça XV, estação das barcas, 1984

Celmo Rodrigues (Brasil, 1930-2000)

óleo sobre tela





Mais um agradecimento por 2023

12 01 2024

 

 

Mais um agradecimento pelo ano de 2023. Muitos de meu leitores me mandaram palavras de admiração, incentivo e mimos diversos, mas uma leitora se destacou em 2023. Teresa Queiroz, uma artista, pintora, me comoveu muito, ao me dar de presente uma tela por ela pintada reproduzindo a imagem da capa de meu livro. Eu me emocionei muito com esse generoso presente, que tem tudo a ver com ela e comigo. A mensagem foi clara, ela se emocionou com a poesia, e me mostrou com o que mais lhe toca, como a leitura de meu livro a sensibilizou. Foi uma emoção intensa que senti. Minhas palavras de agradecimento, de todas as maneiras que me expressei, foram poucas, ficando sempre aquém do que realmente senti. Muito obrigada, não parece suficiente. Mesmo assim, obrigada Teresa Queiroz.

 





Violeta, texto de Clarice Lispector

11 01 2024
DETALHE, O jardim, Klimt, 1907

 

 

Violeta

 

É introvertida, sua introspecção é profunda. Ela não se esconde, como dizem, por modéstia. Ela se esconde para poder entender o seu próprio segredo. O seu perfume é uma glória mas que exige da pessoa uma busca: seu perfume diz o que não se pode dizer. Um ramo de violetas equivale a “ama os outros como a ti mesmo”.

 

Em: De Natura Florum, Clarice Lispector, Ilustrações de Elena Odriozola, editado por Alejandro Schnetzer, São Paulo, Global: 2021.





Imagem de leitura: Mary Ferris Kelly

11 01 2024

Moça lendo no escritório

Mary Ferris Kelly (EUA, contemporânea)

óleo sobre tela





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

10 01 2024

Natureza morta, 1977

Paulo Guimarães (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 17 x 23 cm

 

 

 

Composição, 2003

Luís Carlos Ferracioli (Brasil, 1949-2019)

óleo sobre tela, 90 x 130 cm





Nossas cidades: Congonhas

9 01 2024

Museu de Congonhas, 2021

Yasuichi Kojima (Japão-Brasil, 1934)

óleo sobre tela, 80 x 100 cm





Curiosidade literária

8 01 2024

Charles Dickens e a pequena Nell (personagem de A velha loja de curiosidades), 1890

Francis Edwin Ewell (EUA, 1859-1934)

Bronze

Parque Clark, Filadélfia, EUA

 

 

 

O afamado escritor inglês Charles Dickens colocou em seu testamento que não queria nenhuma estátua de si mesmo, nenhum monumento.  Ele detestava esse tipo de honraria. E no entanto, no momento existem três bronzes que retratam o escritor. Há um na Pensilvânia (EUA), um em Sidney (Austrália) e o mais recente, na sua própria cidade natal, na Inglaterra: Portsmouth.

No monumento na Filadélfia ele está retratado com Nell, talvez a personagem mais querida de todas as obras de Dickens.  A maioria de suas obras foi publicada em série nos jornais (assim como muitas obras do século XIX aqui no Brasil, também, de autores brasileiros).  Nell era tão querida que, quando os navios chegaram à Nova York trazendo os últimos capítulos de A velha loja de curiosidades, uma multidão de seis mil pessoas chegou às docas, para perguntar aos viajantes ou marinheiros se a Pequena Nell morria no final do livro, tal era sua popularidade no Novo Mundo.

Interessante saber também que Charles Dickens detestava Filadélfia não tendo nada de bom a dizer sobre a cidade.  No entanto, este monumento, hoje é um dos perfis do bairro onde está, que todos os anos, produz uma festa para Dickens comemorando seu aniversário (7 de fevereiro) quando sua estátua e a de Nell são coroadas com guirlandas de flores e há leituras por horas de suas obras assim como muita música e dança.   Não adiantou nada ele não gostar de Filadélfia,  eles nem se incomodaram com isso.