Bordam, soltos, seus cabelos,
caracóis negros na fronha,
e eu, insone, horas a vê-los,
fico a sonhar com quem sonha…
(Edgard Barcellos Cerqueira)
Bordam, soltos, seus cabelos,
caracóis negros na fronha,
e eu, insone, horas a vê-los,
fico a sonhar com quem sonha…
(Edgard Barcellos Cerqueira)
Seu livro vermelho de Ralph Miliband, 2017
Andre Mulard (GB, contemporâneo)
Óleo sobre madeira, 25 x 30 cm
Émile Zola, escritor francês, autor dos vinte romances que fazem a coleção Os Rougon-Macquart (Les Rougon-Macquart) além de outras obras, morreu em 1902, envenenado por monóxido de carbono, porque a chaminé da casa se encontrava bloqueada por falta de manutenção. Mas até hoje há dúvidas sobre esse acontecimento. A questão é: teria sido acidente ou assassinato por aqueles que não gostavam de seu apoio a Alfred Dreyfus? Até hoje não se chegou a qualquer conclusão que satisfaça ambas teorias.
Leitura
Louis-Emile Adan (França, 1839-1937)
óleo sobre tela, 34 x 24 cm
“As cozinheiras menos jovens eram sempre tratadas por “senhora”. As outras empregadas deveriam ter nomes apropriados, tais como Jane, Mary, Edith, etc. Nomes como Violet, Muriel, Rosamund não eram considerados próprios, e então dizia-se firmemente a essas jovens: “Enquanto você estiver a meu serviço seu nome será Mary.” As empregadas quando de certa idade eram quase sempre tratadas pelo sobrenome.”
Em: Autobiografia, Agatha Christiie,, tradução de Maria Helena Trigueiros, Rio de Janeiro, Nova Fronteira:1979, p.32
Paisagem de Mogi, década de1920
Alfredo Volpi (Itália-Brasil, 1896-1988)
óleo sobre madeira, 35 x 41 cm
À mesa, 2018
Tajh Rust (EUA, 1989)
óleo sobre papel sintético yupo, 120 x 145 cm
Astrid, 2015
Alejandra Hernández (Colômbia, 1989)
óleo sobre tela, 115 x 105 cm
Vaso de flores, 1989
Jenner Augusto (Brasil, 1924-2003)
serigrafia, 51 x 42 cm, tiragem 150 [16]
Carnaval na praia, 2005
Camilo Eduardo Tavares (Brasil, 1932)
acrílica sobre tela, 40 x 50 cm
Uma interrupção, 1884
Alexander Ignatius Roche (Escócia, 1861-1921)
óleo sobre tela
“Um romance não pode ser feito exclusivamente de fatos; esses são em si coisas sem vida. Seu uso é para desenvolver uma ideia ou ilustrar um tema, e o romancista não só tem o direito de mudá-los para seu propósito, para dar ênfase a eles ou deixá-los nas sombras, mas de acordo com a necessidade de assim o fazer.”
[tradução Ladyce West]
Em: A Writer’s Notebook, William Somerset Maugham, Vintage:2012, Kindle Edition.
[Não publicado no Brasil]









