Paisagem rural
Jonas Matos (Brasil, 1984)
óleo sobre tela, 30 x 60 cm
Paisagem rural
Jonas Matos (Brasil, 1984)
óleo sobre tela, 30 x 60 cm
Orquídeas, 1937
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896 – 1962)
óleo sobre tela, 33 x 25 cm
Arcos de Santa Tereza, 1943
Djanira da Motta e Silva(Brasil 1914-1979)
óleo sobre tela, 32 x 54cm
Menina que lê, 2008
Inha Bastos (Brasil, 1949)
óleos sobre tela, 50 x 50cm
Tacho e carambolas, 1987
Nilton Bravo (Brasil, 1937 – 2005)
óleo sobre tela, 18 x 24 cm
Milho Verde, MG, 2007
Baptista Gariglio (Brasil, 1961)
Óleo Sobre Tela, 50 x 65cm
Largo de Santa Cecília, 1960
Durval Pereira (Brasil, 1918- 1984)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
Ribeiro Couto
São Paulo da garoa intermitente,
Da penumbra que às vezes coadjuva
A nostalgia… — Quem, meu Deus, não sente
Um pouco desse ambiente… desta “Chuva”…
A chuva fina molha a paisagem lá fora,
O dia está cinzento e longo… um longo dia!
Tem-se a vaga impressão de que o dia demora…
E a chuva fina continua, fina e fria,
Continua a cair pela tarde, lá fora.
Da saleta fechada em que estamos os dois,
Vê-se, pela vidraça, a paisagem cinzenta:
A chuva fina continua, fina e lenta…
E nós dois em silêncio, um silêncio que aumenta
Se um de nós vai falar e recua depois.
Dentro de nós existe uma tarde mais fria…
Ah! para que falar? Como é suave, brando
O tormento de adivinhar — quem o faria?
As palavras que estão dentro de nós chorando…
Somos como os rosais que, sob a chuva fria,
Estão lá fora no jardim se desfolhando,
Chove dentro de nós… Chove melancolia…
Em: 232 Poetas Paulistas:antologia, ed. e col. Pedro de Alcântara Worms, São Paulo, Conquista: 1968, p. 239-40.
Cavalos, 1968
Carol Kossak (Polônia/Brasil, 1895 – 1968)
óleo sobre cartão, 79 x 130 cm
Natureza morta
Lourenço de Bem Bianchetti (Brasil, 1956)
técnica mista, 70 X 40 cm
Quartel Militar, Forte de Copacabana
Eliseu Meneses de Lemos (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 50 x 64 cm
