Igreja da Matriz de Corumbá de Goiás, 2013
Elder Rocha Lima (Brasil, 1928)
têmpera sobre vinil, 90 x 70 cm
Igreja da Matriz de Corumbá de Goiás, 2013
Elder Rocha Lima (Brasil, 1928)
têmpera sobre vinil, 90 x 70 cm
Sydney Anne Neuwirth (EUA, contemporânea)
aquarela sobre papel, 75 x 60 cm
Flora Figueiredo
Querem um verso,
mas não sou capaz.
Vejo a palavra fraturar
as entrelinhas,
tento soldá-las,
ma não são minhas.
Rompeu-se o verbo
e me deixou para trás.
Em: Amor a céu aberto, Flora Figueiredo, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1992, p. 49
Vaso com flores sobre a mesa, 1940
Athos Bulcão (Brasil, 1918-2008)
aquarela sobre papel, 31 x 23 cm
Vista da Gamboa no Rio de Janeiro, 1882
Hipólito Boaventura Carón (Brasil, 1862-1892)
óleo sobre tela
Vasilha apotecária, [albarello] 1375-1400
Valencia, Espanha
Cerâmica com decoração de banho de cobre, chamada lustro
Victoria & Albert Museum, Londres
A técnica do lustro para decoração foi iniciada no Iraque no século IX. Ceramistas usavam o lustro para fazer suas cerâmicas brilharem.
Primeiro a peça de cerâmica era feita normalmente (tanto vasilhas quanto azulejos) quando haviam esfriado, o desenho era então pintado por cima com um composto metálico. Depois então a peça voltava ao forno, dessa vez com restrição de oxigênio. Dessa maneira o composto metálico se separava deixando uma camada de cobre ou prata na superfícies da peça, que depois de polida essa camada então refletia a luz.
Essa técnica foi introduzida na Espanha vinda do Egito por volta do século XII. No século seguinte (XIII) a cidade de Málaga, dominada pelos muçulmanos, tornou-se um grande centro de produção dessa cerâmica. No século XIV, no entanto, depois da tomada da cidade pelos cristãos, Valência tomou o lugar de importância anteriormente liderado por Málaga. Os ceramistas continuaram, no entanto, a usar decorações tipicamente islâmicas, em bordas com desenhos abstratos ou que se assemelhassem à caligrafia árabe como nesse vaso.
Lucia de Lima (Brasil, contemporânea)
acrílica sobre tela, 27 x 35 cm
Henrique Simas
Invisível é o ar
Invisível é a nuvem desfeita no céu
Invisível é a sombra que geme na noite
Invisível é a pérola no fundo do mar
Invisível é a marca do ressentimento
Invisível é a estrela que passou.
Invisível também és tu
Garça encantada da lagoa!
Em: Horizonte Vertical: poemas, Henrique Simas,prefácio de Alceu Amoroso Lima, Rio de Janeiro, Olímpica: 1967, p.90
Baptista Gariglio (Brasil, 1961)
óleo sobre tela, 50 x 65 cm