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Aurélio d’Alincourt (Brasil, 1919-1990)
óleo sobre madeira, 46 x 38 cm
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Recém-nascido
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Stella Leonardos
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Penugem de ave pequena.
No corpo fruta macia.
Na pele fresca açucena.
Na vida raiar do dia.
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Raio de luz, ilumina.
E sendo pássaro e planta
É inocência que germina,
É madrugada que canta.
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Em: Pedaço de Madrugada, Stella Leonardos, Rio de Janeiro, Livraria São José:1956, p.11






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