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Leitora no sofá, s/d
Georges D’Espagnat (1870-1950)
Óleo sobre tela, 73.3 x 59.9 cm
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“Livros são pequenos fragmentos de ideias portáteis”.
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Susan Sontag
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Leitora no sofá, s/d
Georges D’Espagnat (1870-1950)
Óleo sobre tela, 73.3 x 59.9 cm
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Susan Sontag
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Pato Donald ganha um prêmio de fotografia, ilustração Walt Disney.–
Guarde respeito à vitória,
não humilhe os perdedores;
porque a soberba na glória
marca o fim dos vencedores!
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(José Valdez de Castro Moura)
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Fragmentos de cerâmica foram encontrados em uma caverna no sul China. E foi confirmado terem 20.000 anos de idade, tornando-os, como um todo, a mais antiga cerâmica conhecida no mundo, dizem arqueólogos.
Essas descobertas juntam-se aos esforços recentes em que foram datadas pilhas de cerâmicas no leste da Ásia, mostrando idades superiores a 15.000 anos. Essa descoberta refuta as teorias convencionais de que a invenção da cerâmica se correlaciona ao período de cerca de 10.000 anos atrás, quando os seres humanos deixaram a caça para se tornarem agricultores.
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A pesquisa, feita por uma equipe de cientistas chineses e americanos, também mostra que o surgimento da cerâmica é mais antigo do que o que se acreditava, demonstrando sua existência entre os homens já na última idade do gelo.
As descobertas parecem apontar para uma nova direção na investigação das sociedades humanas mais antigas. Ainda se precisa ter uma compreensão da mudança do desenvolvimento humano passando dos hábitos de caça e pesca para o uso da agricultura. É uma mudança sócio-econômica que aconteceu entre 25.000 a 19.000 anos atrás levando ao aparecimento de sociedades sedentárias agrícolas.
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Wu Xiaohong, professor de arqueologia e museologia na Universidade de Pequim, enquanto explicava os esforços de datação por radiocarbono, salientou a importância desse achado, lembrando que até agora só se pensava que a cerâmica fora inventada após a transição para a agricultura. A partir dessa descoberta e com a certeza de que a datação está correta e fartamente corroborada, chega-se a um momento de rever os conceitos do desenvolvimento humano até agora preconizados.
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FONTE: The Guardian
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Funchal Garcia (Brasil, 1889-1979)
óleo sobre madeira, 50 x 60 cm
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Minha chácara sempre surpreende
ora com novo canto passarinho
ora com a picada de um espinho
porém do mesmo ramo onde a flor pende
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A lesma vai lambendo seu caminho
cachorro olha como quem entende
e o beija-flor é o único que tem de
mostrar pressa aqui nesse mundinho
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Quando menos se espera amadurecem
frutos e idéias entre sentimentos
que de janela aberta adormecem
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Para varrer emprego o Senhor Vento
embriagado sempre que florescem
os meus mais perfumados pensamentos
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Em: Gaiola aberta: 1964-2004, Domingos Pellegrini, Rio de Janeiro, Bertrand Brasil: 2005
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Atualização das novidades, 1863
John O´Brien Inman (EUA, 1828-1896)
óleo
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John O’Brien Inman nasceu na cidade de Nova York em 1828, filho do pintor Henry Inman. Estudou com seu pai. Estudou na Europa por um ano em particular na Itália. Morreu no estado de Nova York em 1896 depois de uma carreira de sucesso.
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Barquinho de papel, ilustração de Maurício de Sousa.–
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Stella Leonardos
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— Chapéuzinho, chapéuzinho
Vermelho cor de framboesa!
— Que queres, lobo daninho?
— Acompanhar-te, beleza.
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— Chapéuzinho, chapéuzinho
Vermelho cor de coral!
— Que queres, lobo daninho?
— Proteger-te de algum mal.
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— Chapéuzinho, chapéuzinho
Vermelho cor da alegria!
— Que queres, lobo daninho?
— Gozar tua companhia.
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— Chapéuzinho, chapéuzinho
Vermelho cor de carmim!
— Que queres, lobo daninho?
— Guardar-te sempre pra mim.
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Em: Fantoches, Stella Leonardos, Rio de Janeiro, Livraria São José: 1956.
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Homem lendo, s/d
André Deymonaz (Marrocos/França, 1946)
óleo sobre tela
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Christopher Morley
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Histórias da vovó, ilustração Rachelle Anne Miller.–
Minha netinha embalando,
da alegria sigo os passos.
Julgo-me o Inverno cantando
com a Primavera nos braços.
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(Lilinha Fernandes)
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Primeira lição, s/d
Samuel Baruch Halle (Alemanha, 1824 -1889)
Óleo sobre tela
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Samuel Baruch Halle nasceu na Alemanha em 1824. No entanto viveu e trabalhou na França por toda sua vida, falecendo em 1889.