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Ladeira do Faria, na Saúde
Orlando Brito (Brasil, 1920-1981)
óleo sobre tela, 40 x 32 cm
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Ladeira do Faria, na Saúde
Orlando Brito (Brasil, 1920-1981)
óleo sobre tela, 40 x 32 cm
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Flautista, 1934
Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)
óleo sobre madeira, 46 x 37 cm
Coleção Particular
Mauro Mota
Para onde fui? Ou essa
música de onde veio?
Uma flauta divide
a noite pelo meio.
Em: Antologia Poética, Mauro Mota, Rio de Janeiro, Editora Leitura: 1968, p. 93.
Dona Maria Cebolácia Carneiro Menezes “Dona Cebola” e Seu Cebolácio Cogumélio da Silva “Seu Cebola” dormindo, © Maurício de Sousa.
– Casamento é mesmo o fim!
diz ela, no seu enfado,
– Quem suspirava por mim
agora ronca ao meu lado!…
(Arlindo Tadeu Hagen)
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Professor Pardal quer ser pintor, ©Walt Disney.
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Não deixe que maus momentos
ofusquem seus ideais.
Sobre “velhos” tons cinzentos,
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Alberto Vargas, 1946, Calendário Goodyear.
É preciso ter cuidado
quando a lembrança é frequente:
quem vive para o passado,
não vê passando… o presente!
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Sucesso ©Maurício de Sousa.
Quase finda a travessia,
vendo o marco da chegada
sinto que, sem ousadia
a vida não vale nada.
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Vasco Fernandes (Portugal, 1475-1542) e Francisco Henriques (Flandres/Portugal, ? – 1518)
óleo sobre madeira, 131 x 81 cm
Museu Grão Vasco
João Cabral do Nascimento
Não há pinheiros nem há neve,
Nada do que é convencional,
Nada daquilo que se escreve
Ou que se diz… Mas é Natal.
Que ar abafado! A chuva banha
A terra, morna e vertical.
Plantas da flora mais estranha,
Aves da fauna tropical.
Nem luz, nem cores, nem lembranças
Da hora única e imortal.
Somente o riso das crianças
Que em toda a parte é sempre igual.
Não há pastores nem ovelhas,
Nada do que é tradicional.
As orações, porém, são velhas
E a noite é Noite de Natal.
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Dos doze meses do ano,
Só tem um especial,
Que nasceu o soberano,
Dezembro, mês do Natal.
(Wellington Freitas)
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Natal! É sonho e vigília
harmonia, amor e paz…
Milagre! Toda família
se reúne uma vez mais…
(J. G. de Araújo Jorge)
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Os Reis Magos do oriente,
seguindo um facho de luz,
atingiram o berço ardente
do pequenino Jesus.
(Djalma Mota)



