Flores para um sábado perfeito!

18 02 2023

Bule com plantas

Fang [Fang Chen-Kong] (China/Brasil, 1931)

óleo sobre tela,  80 x 100 cm

 

 

 

Vaso de Flores, 2006

Holmes Neves (Brasil, 1925-2008)

óleo sobre tela, 40 x 30 cm





Imagem de leitura: Gallo Manuela

12 01 2023

Sala de espera da biblioteca, 2022

Gallo Manuela (Itália, contemporânea)

acrílica sobre tela, 80 x 80 cm





Passeio de domingo: casa de campo, montanha, ou costa?

8 01 2023

Manhã de Sol em São Paulo, 1925

Henrique Manzo (Brasil, 1896-1982)

óleo sobre tela, 67x 89 cm

 

 

Tempos de primavera II, 2005

Fernando Leitão (Brasil, 1945)

acrílica sobre tela, 70×90 cm

 

 

Praia com flamboyant

Francisco Acquarone (Brasil, 1898-1954)

óleo sobre tela, 38 x 46 cm





Nossas cidades: Santana de Parnaíba

20 12 2022

Santana de Parnaíba, 2008

Márcio Schiaz (Brasil, 1965)

óleo sobre tela, 49 x 39 cm





Flores para um sábado perfeito!

17 12 2022

Vaso com flores

Cid Serra Negra (Brasil, 1924)

óleo sobre placa,  80 x 60 cm





Rio de Janeiro, RJ, Brasil

16 12 2022

Morro da Urca, 1949

Gastão Formenti (Brasil, 1894-1974)

óleo sobre madeira, 26 x 34 cm





Em casa: Stuart Pearson Wright

20 11 2022

Meio menino, meia irmã, 2018

Stuart Pearson Wright (Inglaterra, 1975)

técnica mista sobre tela, 100 x 120 cm





Meus favoritos: Grã-Duquesa Olga

17 11 2022

Cinerárias no peitoril da janela

Grã-Duquesa Olga (Rússia, 1882-1960)

óleo sobre tela, 33 x 41 cm

Que serenidade que esta cena me traz! Sim, eu gostaria de me sentar nesta confortável poltrona, manta no colo, livro absorvente nas mãos, tomando café (o bule é de café, os de chá são baixinhos e gordinhos), protegida do frio lá fora.  A primavera se aproxima lentamente. Mas há esperança de que esteja para chegar.  Há flores nos potes que alegram o peitoril.  O sol se faz presente, réstia clara que traz um tantinho de sombra à janela. Está alto.  Trata-se portanto de meia manhã ou cedo na tarde.  Os dias são curtos no inverno. Faz frio.  Neve congelada cobre os galhos da árvore sem folhas. Mas não há pequenos brotos de folhas nos galhos, portanto a Natureza ainda dorme neste frio de inverno.  No entanto, o pombo branco se aventura fora do ninho, na construção ao lado.  Será uma casa?  Ou um celeiro?  Estamos numa região onde o frio impera.  Há duplas vidraças na janela, para conter as rajadas de vento e as temperaturas baixas.  Ainda bem que estamos aqui dentro.  Confortáveis.  O luxo não é extravagante, comedido.  Ele se caracteriza pelo belo estofamento desta bergère, (nome dado as essas poltronas ‘com orelhas’ que guardam o rosto, de quem se senta nelas, da brisa fria ou do calor de uma lareira).  Além disso, há o serviço de café sobre a mesa.  De prata?  De banho de prata?  Ou de estanho polido?  Não importa. O cabo de madeira, assim como a carrapeta da tampa,  protegem quem serve o café do calor do líquido.  O cabo em forma decorativa nos dá ideia da época de manufatura, final do século XIX  às primeiras décadas do século XX. Todos esses são diferentes graus de luxo. A cena é europeia.  Afinal de contas onde mais encontraríamos uma cumbuca sem asa para tomar chá ou café?  Esse detalhe nos coloca na Europa Oriental: Rússia, Polônia, Ucrânia.  Não sabemos. A porcelana é fina, azul e branca, talvez alemã, (Meissen?) ou húngara?  Polonesa?   Sabemos que é de boa qualidade porque é muito fina, quase transparente nas bordas e tem excelente brilho.  Mas o que mais me encanta é a paz que esta cena me traz. A quietude  do momento. Quase escuto o arrulho do pombinho lá fora.





Eu, pintora: Gina Beavers

4 11 2022

As pessoas que admiro: Mike Kelly, Ru Paul, Obama, Elaine De Kooning, Madonna, 2020

[Autorretrato]

Gina Beavers (EUA, 1974)

acrílica sobre linho colado em placa, 121 x 91 cm

Galeria Marianne Boesky





Reinventando: Wolfe von Lenkiewicz

3 11 2022

Moça com brinco de pérola, 2018

Wolfe von Lenkiewicz (Inglaterra, 1966)

óleo sobre tela, 45 x 40 cm