Avenida Paulista, 2015
Luan Ribeirovisk (Brasil, 1995)
acrílica sobre tela, 60 x 70 cm
Avenida Paulista, 2015
Luan Ribeirovisk (Brasil, 1995)
acrílica sobre tela, 60 x 70 cm
Cuiabá
Manlio Moretto (Brasil, 1917-2013)
aquarela e nanquim
Dique do Tororó
Rubens Bustamante Sá (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 33 x 42 cm
Às margens do Rio Piracicaba, 1941
Álvaro Paulo Sêga (Brasil, 1917-1991)
óleo sobre tela
Casarão em Ubatuba, 1941.
Alfredo Oliani (Brasil, 1906-1988)
aquarela sobre papel, 28 x 38 cm
Paisagem de Campinas, c. 1940
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
Catedral de Cuiabá, 1950
Tomoo Handa (Japão-Brasil, 1906-1996)
óleo sobre tela, 68 x 78 cm
Pirenópolis
Ana Cristina Elias (Brasil, 1960)
aquarela, 20 x 30 cm
Igreja Nossa Senhora do Carmo, Ouro Preto, 2006
Yasuichi Kojima (Japão, 1934, no Brasil a partir de 1953)
óleo sobre tela,100 x 80 cm
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Há duas cidades que batem o recorde de inspiração para arte brasileira: Ouro Preto e Paraty. Tenho centenas de reproduções dos mais diversos artistas dessas duas joias da arquitetura barroca do país. Torna-se muito difícil escolher alguma tela representativa e muitas vezes desisto postando alguma outra cidade.
Há, no entanto, uma curiosidade: Paraty só aparece em telas brasileiras a partir da década de 1970, quando a estrada Rio-Santos, construída e inaugurada. em 1974, durante o governo de Ernesto Geisel, foi aberta ao público. Até então, acesso à essa joia arquitetônica, fundada em 1665, havia sido difícil restringindo o turismo e a visita de pintores.
Enseada de Setiba, Guarapari, ES, 1964
Inimá de Paula (Brasil, 1918 – 1999)
óleo sobre madeira, 40 x 73 cm










