Imagem de leitura — Miguel Mackinlay

9 10 2018

 

 

 

Miguel Mackinlay (Spain, 1895 - 1958)Laurie and Theresa, the artist's daughtersLaurie e Theresa, filhas do pintor

Miguel Mackinlay (Espanha, 1895 – 1958)

óleo sobre tela,  61 x 51 cm





Imagem de leitura — Noel Rockmore

7 10 2018

 

 

 

 

NoelRockmore (EUA, 1918-1995) A mulher do artista à mesaBetty à mesa

[esposa do artista]

Noel Rockmore (EUA, 1918-1995)

óleo sobre tela





Palavras para lembrar: Pe Antônio Vieira

5 10 2018

 

 

David Oyens (Dutch artist, 1842-1902) Young Woman Reading in the Studio, 1880Jovem mulher lendo no ateliê, 1901

David Oyens (Holanda, 1842-1902)

óleo sobre tela, 80 x 75 cm

 

 

“O livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive.” 

 

Padre Antônio Vieira





Família moderna, Hanif Kureishi

29 09 2018

 

Patricia_schappler (EUA, ) Eve, graphite & collage drawing 156x 118 cm, 2011-12.Eve, 2012

Patricia Schappler (EUA, contemporânea)

carvão, grafite e colagem, 156 x 118 cm

 

 

“O senhor disse, faz tempo, que se todas as épocas têm sua questão filosófica central, na nossa época essa questão será o renascimento da religião como política. E assim o senhor começou a relacionar o Islã radical e sua sexualidade bizarra com o ódio ao corpo, o corpo queimado na automorte sacrificial. Esse é um gesto da mais profunda submissão. Sabemos que o Ocidente tentou, nos anos 1960, remover o pai, autoritário ou não. Foi assim que acabamos, como o senhor apontou muitas vezes e com grande proveito, com uma cultura de mães solteiras. […]

‘O pai — como sempre fazem os pais — voltou ou na forma de gângster, como em O poderoso chefão e no seu predileto Os Sopranos, ou na forma de autoridade religiosa. Existe também a tentativa do pai de excluir, quando não pisotear, a sexualidade. Pelo menos nos outros. […]

 

 

Em: A última palavra, Hanif Kureishi, tradução de Rubens Figueiredo, São Paulo, Cia das Letras:2016, p. 211





Conselho a futuros escritores, Haruki Murakami

24 09 2018

 

 

arnewestermanHilary lendo com Cyrus

Arne Westerman (EUA, contemporâneo)

acrílica sobre tela

 

 

“Especialmente quando se é jovem, deve-se ler o maior número possível de livros. Os excelentes, os não tão excelentes e até aqueles insignificantes, que não têm (nenhum) problema. O importante é ler tudo o que estiver ao alcance. Fazer passar pelo corpo o máximo de narrativas possíveis. Encontrar textos maravilhosos e outros de menor qualidade. Passar por essas experiências é o mais importante. Corresponde a criar a bagagem indispensável para um romancista. Recomendo focar nessa etapa enquanto ainda se tem uma visão boa e tempo de sobra. Escrever também deve ser importante, mas tenho a impressão de que deve ser deixado para mais tarde, que não vai haver nenhum problema.

Em seguida — provavelmente antes de começar a escrever de fato — acho que é importante adquirir o hábito de observar detalhadamente os acontecimentos e fenômenos à sua frente. Olhar com cuidado e atenção as pessoas, enfim, tudo à volta. E refletir sobre tudo. Falei “refletir”, mas não há necessidade de julgar as coisas, avaliar se estão corretas ou não. As conclusões devem ser deixadas pendentes, e adiadas pelo maior tempo possível. O importante não é chegar a uma conclusão, mas manter na mente a imagem nítida das coisas do jeito que são, da forma mais próxima possível da realidade, para que sirvam de material.”

 

 

Em: Romancista como vocação, Haruki Murakami, tradução: Eunice Suenaga, Alfaguara: 2017, p.64.





Imagem de leitura — Frank Frigyes

5 09 2018

 

 

Frank Frigyes , (Hungria, 1890–1976) Mimi na cadeira de bordo, 1927 ostMimi na cadeira de bordo, 1927

Frank Frigyes (Hungria, 1890–1976)

óleo sobre tela





Imagem de leitura — Marzena Naliwajko

29 08 2018

 

 

 

IslBGOlga, 2006

Marzena Naliwajko (Polonia, 1964)

óleo sobre tela, 160 x 110 cm





Lendo: “Se o grão não morre”, de André Gide

28 08 2018

 

 

DSC03899Lendo:

Se o grão não morre

André Gide, tradução: Hamilcar de Garcia

Nova Fronteira: 1982, 282 páginas

 

SINOPSE

Autobiografia interpretada em que o autor mostra que o ser humano deve conhecer a sensualidade e o pecado, viver até o fim a agonia e a morte de Deus. Obra classificada por alguns críticos como romance de formação.

 

 

 





Imagem de leitura — Mary Bradish Titcomb

26 08 2018

 

 

 

915_LANDIS101105ED13Senhora com casaco vermelho, c. 1922

Mary Bradish Titcomb (EUA, 1858-1927).

óleo sobre tela

Landis Collection





Imagem de leitura: Regoyos y Valdés

20 08 2018

 

otanoDolores Otaño, 1891

Dario de Regoyos y Valdés (Espanha, 1857 — 1913)

óleo sobre tela, 55 x 35 cm

Museo del Prado, Madrid