Imagem de leitura — Paul Barthel

5 09 2016

 

Paul Barthel(Alemanha, 1862-1933), Moça lendo, ost,Moça lendo

Paul Barthel (Alemanha, 1862-1933)

óleo sobre tela

 

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Imagem de leitura — Tito Conti

4 09 2016

 

 

Tito Conti (1842-1924) - A good bookUm bom livro

Tito Conti (Itália, 1842-1924)

óleo sobre tela





Palavras para lembrar — Mark Twain

3 09 2016

 

 

Hans van Meegeren (holandaa, 1880-89-1947) Retratro de Paulina Viola de Boer, 1944. Ost, . 115 x 117 cm Retrato de Paulina Viola de Boer, 1944

Hans van Meegeren (Holanda, 1889 -1947)

óleo sobre tela, 115 x 117 cm

 

 

“Meus livros são água; as obras dos grandes gênios são vinho — todo mundo bebe água.”

 

 

Mark Twain





Imagem de leitura — Pietro Chiesa

2 09 2016

 

 

Pietro Chiesa( Suiço, 1876 - 1959), Mulher sentada  à mesa, 1936, pastel sobre papel, 19 x 13cmMulher sentada à mesa, 1936

Pietro Chiesa (Suiça, 1876 – 1959),

pastel sobre papel, 19 x 13cm





Imagem de leitura — René Xavier François Prinet

1 09 2016

 

 

 

René Xavier François Prinet (frança,1861-1946)jeanne prinet lendo, crayon, aquarela sobre papel, 55 x 106 cmJeanne Prinet lendo

René Xavier François Prinet (França, 1861-1946)

crayon, aquarela sobre papel, 55 x 106 cm

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Imagem de leitura — Lucien Levy-Dhurmer

29 08 2016

 

 

Lucien Levy-Dhurmer (1865-1953) The reading (La lecture)A leitura

Lucien Levy-Dhurmer (França, 1865-1953)

pastel sobre papel, 45 x 58 cm

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Imagem de leitura — Esau Andrade

24 08 2016

 

 

Andrade, Esau la_lectura._acrilyc_canvas._35_x_480496ssfA leitura, 2004

Esau Andrade (México, contemporâneo)

acrílica sobre tela, 90 x 125 cm





A decisão de ser escritor, por Raphael Montes

23 08 2016

 

 

Juan Lascano (Argentina 1947)O livro e o estudo

Juan Lascano (Argentina, 1947)

óleo sobre tela

 

 

 

“…em uma noite chuvosa, naquela mesma colônia de férias em Pentagna, eu estava com minha tia-avó Iacy quando ela me entregou um exemplar de “Um estudo em vermelho”. Eu nunca havia lido um livro que não fosse daqueles obrigatórios na escola. Fiz cara feia, não queria ficar lendo, mas minha tia-avó insistiu e, afinal, por que não? Estava chovendo!

Quando percebi, tinha mergulhado de cabeça naquele universo, investigando crimes com Sherlock Holmes, tenso pelo que viria nas páginas seguintes e ansioso para chegar ao final. Naquela madrugada mesmo, terminei o livro. Eu estava em êxtase, como só ficamos quando nos deparamos com uma revelação, com todo um mundo novo e cheio de possibilidades. Ainda naquelas férias, li “A volta de Sherlock Holmes” e dois infanto-juvenis de Sidney Sheldon: “O fantasma da meia-noite” e “A perseguição”. Ainda naquelas férias, resolvi que seria escritor.

Fiz meus primeiros contos e, logo depois, um romance policial nunca publicado. Depois, vieram os outros livros. Naquela madrugada chuvosa, descobri que ilusão, surpresa, fantasia e encenação podem conviver em um mesmo lugar: nos livros. Mágica e atuação permeiam na mente do escritor. Sem falar no ócio, fundamental para alimentar as boas ideias. Por isso, escrevo livros, roteiros e, semanalmente, esta coluna. De certo modo, continuo a ser aquele moleque na dúvida do que vai ser quando chegar lá, quando crescer.”

 

 

Em: “O que você vai ser quando crescer”, Raphael Montes, O Globo, 1/08/2016, 2º caderno, página 6.

 

 

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Imagem de leitura — Nigel Gillings

20 08 2016

 

 

Um bom livro, Nigel Gillings (Austrália, ) acrílica sobre tela, 75 x 100 cmUm bom livro

Nigel Gillings (Grã-Bretanha, contemporâneo)

acrílica sobre tela, 75 x 100cm





Resenha: “A delicadeza” de David Foenkinos

15 08 2016

 

 

Marc Chalmé (França, 1969) New windows 162 x 130 cm,ostNew windows

Marc Chalmé (França, 1969)

óleo sobre tela, 162 x 130 cm

 

 

Acho surpreendente a chuva de elogios ao livro A delicadeza do escritor francês David Foenkinos.  Trata-se de uma história sobre a lenta recuperação, o processo de luto, sofrido por uma viúva.  A história culmina na escolha de um novo parceiro; uma escolha que parece improvável e imprevisível por aqueles que conheciam a viúva.   O luto como tema, não é surpreendente. Muitos livros já foram escritos sobre o assunto. Recentemente lançado no Brasil, Nora Webster, do irlandês Colm Tóibin, trata justamente do tema, com muito maior complexidade.

Aqui, no entanto, temos uma história banal.  Previsível.  Um livro que pretende descrição de emoções complexas, mas cai no enfoque raso e simplório. O texto, repleto de frases intencionalmente forjadas com o desejo de parecerem “pensamentos profundos”,  não é nada mais do que  uma maneira superficial de explorar os sentimentos humanos.  Não recomendo.

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