Imagem de leitura — Yuri Krotov

10 04 2016

 

 

YURI KROTOV (Rússia, 1964) - Rapsódia solar - Óleo sobre tela - 90 x 100 - 2007.Rapsódia solar, 2007

Yuri Krotov (Rússia, 1964)

óleo sobre tela, 90 x 100 cm





Imagem de leitura — Helen M. Turner

9 04 2016

 

 

Alice in Wonderland (1923). Helen M. Turner (American, 1858-1958). Oil on canvas. Hermitage Museum and Gardens, Norfolk, VA.Alice no País das Maravilhas, 1923

Helen M. Turner (EUA, 1858-1958)

óleo sobre tela

Hermitage Museum and Gardens, Norfolk, Va, EUA





Ler desde o primeiro ano de vida

9 04 2016

 

 

Allan Banks (EUA) Story Hour, 1989, 26 x 24cm, Private CollectionHora da história, 1989

Allan R. Banks (EUA, 1948)

óleo sobre tela 26 x 24 cm

Coleção Particular

 

 

Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Além disso o contato com os livros pode mudar o futuro .

Nos Estados Unidos  a Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children’s Reading Foundation) aconselha que uma criança de 0 a 5 anos,  ouça historinhas enquanto  folheia o livro que está sendo lido, todos os dias, desde que nasceu.  Eles fizeram um estudo e constataram que ao longo da vida, para cada ano que você lê para seus filhos, eles estarão se preparando para ganhar o equivalente a mais 50 mil dólares, durante a vida,  do que aqueles que não ouviram histórias nem passaram as páginas de um livro antes dos 5 anos de idade.

Pense esta é uma herança, um presente de vida,  para sua filha ou seu filho.

Conselho dessa instituição: LEIA 20 minutos por dia, para suas crianças até a idade de cinco anos.





Imagem de leitura — Dario Mecatti

8 04 2016

 

DARIO MECATTI. Crianças - o.s.t. - 46 x 38 cm - assinado no cidCrianças

Dario Mecatti (Itália/Brasil, 1909-1976)

óleo sobre tela, 46 x 38 cm





Um ser urbano, texto de William Boyd

8 04 2016

 

walsh_CENTRALCAMERA1webCentral Camera, 2012

Nathan Walsh (GB, 1972)

óleo sobre tela, 60 x 103 cm

Coleção Particular

 

 

“Minha natureza é essencialmente urbana e, embora Los Angeles seja indubitavelmente uma cidade, de algum modo seus costumes não são. Talvez seja o clima que confira um eterno ar suburbano e provinciano: as cidades precisam de extremos de climas, de forma que você almeje  fugir delas. Acho que eu poderia morar em Chicago — gosto quando viajo para lá. Além disso, tem de haver algo brutal e descuidado sobre a verdadeira cidade — o habitante precisa se sentir vulnerável — e não se encontra isso em Los Angeles, ou pelo menos, não vi nada disso no curto espaço de tempo que passei no lugar. Sinto-me muito à vontade aqui, muito aninhado. Essas não são experiências da verdadeira cidade: sua natureza entra por baixo da porta e pelas janelas — não dá para se ver livre. E o sujeito genuinamente urbano é sempre curioso — curioso sobre a vida nas ruas. Isso definitivamente não se aplica ao caso de Los Angeles: o cara mora em Bel Air e não se pergunta o que está acontecendo em Pacific Palisades — ou se ele está perdendo alguma coisa.”

 

 

Em: As aventuras de um coração humano, William Boyd, Rio de Janeiro, Rocco: 2008, tradução de Antônio E. de Moura Filho, p. 373





Imagem de leitura — Rudolf Tewes

7 04 2016

 

 

RUDOLF TEWES (GERMAN 1878-1964). WOMAN SEATED IN A GARDEN. 1926, 49 x 64 cm osplacaMulher sentada no jardim, 1926

Rudolf Tewes (Alemanha, 1878-1964)

óleo sobre placa de madeira, 49 x 64 cm





Poetando, poesia de Francisco Tribuzi

7 04 2016

 

 

Angelo Morbelli ( Itália 1853-1919) Primeira Carta, 1890, ostPrimeira carta, 1890

Ângelo Morbelli (Itália, 1853-1919)

óleo sobre tela

 

 

Poetando

 

Francisco Tribuzi

 

 

Eu faço versos como quem

conserta sapatos

não como quem comanda uma empresa.

São tão simples os meus atos

como simples é a natureza.

 

Eu faço versos com pureza

não vou além da surpresa

que me inspiram os relatos

mas vou além do que sinto

eu faço versos não minto

e fazer versos é amar.

 

(Tempoema/inédito,s.d.)

 

Em: A Poesia Maranhense no Século XX,  organização  e ed. Assis Brasil, Rio de Janeiro, Sioge/Imago: 1994, p. 319.





Palavras para lembrar — Fred Coelho

6 04 2016

 

 

Galienni (França, contemp) Marguerite lisant Duras, 2003, ost, 60 x 60Marguerite lendo Duras, 2003

Galienni (França)

óleo sobre tela, 60 x 60 cm

 

 

 

“Quando tudo mais sufoca, um bom livro pode nos arrastar através da madrugada.”

 

Fred Coelho





Ler, ler, ler: texto de Peter Buwalda

5 04 2016

 

anthony stewart (EUA) 1Sem título

Anthony Stewart (EUA, contemporâneo)

 

 

“Era como no tempo em que estudava holandês, com a diferença de que o maldito Kapellekensbaan lhe tomara três semanas para ler e Giant Steps apenas trinta e sete minutos e três segundos para ser escutado.  Os livros haviam dominado a primeira metade da década de 90 em sua vida, lia como um maníaco, até tarde da noite, em pontos de ônibus e salas de espera, nas noites de insônia: passando de um título ao seguinte, dissecando as obras, cinco anos para reparar o humilhante fiasco em Utrecht…”

 

Em: Bonita Avenue, Peter Buwalda, Rio de Janeiro, Objetiva [Alfaguara], 2016, tradução Cássio de Arantes Leite, p. 27

 

 

NOTAS:

Kapellekensbaan [A estrada da capela] é um livro de Louis Paul Boon, publicado em 1953, que foi um acontecimento literário de peso, por causa de suas diversas linhas narrativas.  Um clássico da literatura holandesa.

Giant Steps é um álbum de jazz de 1960, de John Coltrane e Kenny Barrel.





Imagem de leitura — Danny Solferino

4 04 2016

 

 

solferino-dannyNo Algarve

Danny Solférino (França, contemporâneo)

aquarela