Flores para um sábado perfeito!

22 03 2025

Natureza morta com rosas

Paulo Gagarin (Rússia-Brasil, 1885 – 1980)

óleo sobre tela, 81 cm x 100 cm

 

 

Natureza morta

Sansão Pereira (Brasil, 1919 – 2014)

óleo sobre tela, 50 x 80 cm





Flores para um sábado perfeito!

15 03 2025

Flores

Vera Sabino (Brasil, 1949)

acrílica sobre tela

 

 

Vaso com flores na janela, 1990

Lia Mittarakis (Brasil,1934-1998)

óleo sobre eucatex,  73 x 53 cm





Flores para um sábado perfeito!

22 02 2025

Helicônias

Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885- 1962)

óleo sobre tela, 72 x 58 cm

 

 

 

Vaso com Helicônias, 1950

Gilberto Trompowsky (Brasil, 1912-1982)

óleo sobre tela, 81 x 65 cm

 





Flores para um sábado perfeito!

15 02 2025

Vendedores de copos de leite, 1980

Adelson do Prado (Brasil, 1944-2013)

óleo sobre tela, 61 x 50 cm

 

 

Florista, 2018 

Mário Mariano (Brasil, 1947)

óleo sobre cartão, 40 x 34 cm

 





Flores para um sábado perfeito!

8 02 2025

Flores

Sergio Migliaccio (Brasil, 1936-2015)

óleo sobre papel, 40 x 32 cm

 

 

Orquídea

João Baptista da Costa (Brasil, 1865-1926)

óléo sobre tela, 55 x 35 cm





Flores para um sábado perfeito!

1 02 2025

Flores, 2001

Antônio Hélio Cabral (Brasil, 1948)

óleo sobre tela, 90 x100 cm

 

 

Flores sobre a mesa

Alberto Nicolau (Brasil, 1961)

acrílica sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

18 01 2025

Vaso de flores, 2014

Yugo Mabe (Brasil, 1955)

[óleo sobre tela,100 x 150 cm

 

 

 

Explosão botânica

Roberto Magalhães (Brasil, 1940)

óleo sobre tela, 100 x 100 cm





Flores para um sábado perfeito!

11 01 2025

Flores para Guignard, 2023

Fernando Lucchesi (Brasil, 1947)

acrílica sobre tela, 100 x 100 cm

 

 

Vaso de flor e Ouro Preto, década de 30

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1895-1962)

óleo sobre tela, 40 X 33 cm

 

Alberto da Veiga Guignard foi um dos nossos grandes pintores da primeira metade do século XX.  Foi também professor e sua influência pode ser sentida até hoje quer naqueles que se dedicam às paisagens, quer naqueles que também  se situam entre os retratistas.  Guignard fez escola no Brasil e até hoje, sessenta anos depois de sua morte, vemos artistas contemporâneos admitirem sua admiração pelo seu trabalho. 





Flores para um sábado perfeito!

4 01 2025

Menina e jarro de flores

Manoel Santiago )Brasil, 1897-1987)

óleo s tela, 62 X 47 cm

Menina com vaso de flores,  2021

Santa (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela,  100 x 80 cm

 

 

Nem toda Natureza Morta precisa vir sozinha na tela.  Aqui temos dois exemplos de Naturezas Mortas – vasos com flores – que dividem o espaço visual com o retrato de uma menina.   Na tela de Manoel Santiago as flores têm maior relevância do que a menina.  Vejam o tamanho e também o fato delas estarem em primeiro plano, ou seja, mais próximo de quem observa a tela.

Na segunda tela, da artista Santa, mais conhecida pelo trabalho em cerâmica, mesmo que o vaso de flores pareça estar na frente da menina, sentada atrás da mesa, as flores dividem com a menina a mesma distância de quem olha para a tela.  Menina e flores estão no mesmo plano e são mais ou menos do mesmo tamanho.





Flores para um sábado perfeito!

28 12 2024

Flores e pássaros

Noêmia Mourão (Brasil,1912 -1992)

óleo sobre tela, 65 x 54 cm

 

 

 

Vaso com plantas e pássaro, 1961

Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela, 75 x 60 cm

 

Imagino que seja claro o ponto de ligação entre essas obras: pássaros nas adjacências de flores.  No século XVII na Holanda, quando as naturezas mortas vieram para o mundo das artes com força, muitas das naturezas mortas traziam além das flores, pássaros, borboletas, lagartinhas  e outros insetos.  Naquela época naturezas mortas estavam associadas também a lembranças da brevidade da vida, ao exótico, afinal a Holanda, sede das Companhias das Índias Orientais e Ocidentais estava tomada pelo interesse do exótico.  Ocasionalmente esses elementos nas telas dos pintores além das flores poderiam estar ligados também a provérbios.  Ou seja, essas telas poderiam trazer além da beleza, lembrança de alguma sabedoria popular.