Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

30 05 2025

Pedra da Gávea e Dois irmãos da Lagoa Rodrigo de Freitas, 2025

Jorge Jardim (Portugal, contemporâneo)

acrílica sobre tela





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

23 05 2025

Pedra da Moreninha, Paquetá, 1966

Gastão Formenti (Brasil, 1894-1974)

óleo sobre eucatex, 15 x 21 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

16 05 2025

Trecho do Morro de Santo Antônio, antes da demolição, 1920

Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1922)

Óleo sobre tela – 35 x 52 – 1920





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

9 05 2025

Outono no Leblon

Ricardo Newton (Brasil, 1950)

óleo sobre teka, 50 x 70cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

2 05 2025

Quadrado da Urca, 2007

Márcio Schiaz (Brasil, 1965)

óleo sobre tela, 100 x 150 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

25 04 2025

Um passeio pela cidade

Abigail de Andrade (Brasil, 1864-1890)

óleo sobre tela, 60 x 79 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

18 04 2025

Under the sun

Mauro Costa (Brasil, 1973)

óleo sobre tela, 50 x 61 cm





Nossos tempos…

17 04 2025
Livraria, ilustração de John Walsom (Inglaterra, 1956)

 

 

 

Neste mês de março fechou a última livraria de livros novos em Copacabana, pelo que conheço.  Copabooks tinha muitos livros adotados pelos professores e estudantes da universidade Estácio de Sá. que ficava próxima, mas também oferecia boa seleção de livros cobrindo outros nichos não acadêmicos. 

Quando a conheci ficava na Avenida Nossa Sra de Copacabana, esquina com a rua Francisco Sá.  Neste endereço permaneceu por muitos anos.  Não sei quantos precisamente, mas eu os conheci por pelos uns quinze anos neste local. Há uns poucos anos, talvez logo após a pandemia, havia passado para um endereço próximo, quase na esquina da rua Rainha Elizabeth da Bélgica com Raul Pompeia.  Este local era charmoso, porque estava no térreo de um edifício do período glorioso do Posto Seis em Copacabana, provavelmente anos 40 do século passado.  Pelo lado de fora tinha aquele aspecto das livrarias europeias, com uma pequena porta, como se entrássemos numa casa particular. Mas não conseguiu sobreviver. Agora em Copacabana. só há duas livrarias, as duas de livros usados.  Uma na Rua Francisco Sá, outra nos shopping da Rua Siqueira Campos. 

O bairro de Copacabana tem por volta de 180.000 residentes e durante o dia outros 80.000 chegam via transporte público para trabalhar ali. É um bairro do Rio de Janeiro com média de renda bem acima da média nacional, e com nível educacional alto em relação ao resto do país.  No entanto, agora, para comprar livros recentemente lançados o residente do bairro precisa ir à Ipanema, ou Botafogo, bairros adjacentes.

Esse fenômeno de pequenas livrarias fecharem aconteceu nos Estados Unidos também com a chegada das compras on-line.  Mas há uns anos, as pequenas livrarias estão voltando para o prazer dos leitores que gostam de ter um relacionamento com os livreiros.  Vamos cruzar os dedos para que o mesmo aconteça por aqui.





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

11 04 2025

São Conrado

Jorge Victtor (Brasil, 1957)

acrílica sobre tela,  90 x 180 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

4 04 2025

Canal da Lagoa Rodrigo de Freitas para praia, visto do Jardim de Alah, 1962

Yvonne Visconti Cavalleiro (França-Brasil, 1902-1965)

óleo sobre eucatex, 30 cm x 40 cm.