Leitora I, 2008
Guillermo Marti Ceballos (Espanha, 1958)
óleo sobre tela
Lampião e Frutas Vermelhas, etc,1981
Carlos Scliar (Brasil, 1920-2001)
vinil e colagem encerados sobre tela colada em placa, 65 x 100 cm
Composição: natureza morta, 2000
Nando Ribeiro (Brasil, 1963)
óleo sobre tela
No portão da eternidade, 1890
Vincent van Gogh (Holanda, 1853-1890)
óleo sobre tela, 81 x 65 cm
Kröller-Müller Museum, Otterlo, Holanda
“Há algo de sagrado nas lágrimas. Elas não são a marca da fragilidade, mas do poder. Elas se expressam de maneira mais eloquente do que dez mil línguas. São as mensageiras da tristeza esmagadora, da profunda contrição e do amor indescritível.”
Washington Irving
(EUA, 1783-1859)
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Igreja nossa Senhora da Guia Pacobaíba, Macaé, 1970
Edy Gomes Carollo (Brasil, 1921-2000)
óleo sobre tela, 48 x 36 cm,
Árvores e casas na roça, 1979
Carlos Bracher (Brasil, 1941)
óleo sobre tela, 46 x 61cm
Casario nas montanhas, 1989
Chen Kong Fang (China – Brasil, 1931-2012)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Paisagem, 1955
Tikashi Fukushima (Japão-Brasil, 1931-2001)
nanquim aquarelado – 38 X 27cm
A leitora
Catherine Marché (França, contemporânea)
óleo sobre madeira, 53 x 60 cm
“Carlos, sossegue, o amor é isso que você está vendo: hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo e segunda-feira ninguém sabe o que será.”
Carlos Drummond de Andrade
Tocadora de bandolim com vestido rosa
Albert Bréauté (França, 1853-1939)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
Antúrios na janela
Anne Marie Nivoulies de Pierrefort (França-Brasil, 1879-1968)
óleo sobre tela, 82 x 65 cm
Flores para Guignard, 2016
Fernando Lucchesi (Brasil, 1947)
acrílica sobre tela, 130 x 130 cm
Bois de Boulogne, Paris, 2007
Ramon Todo (Japão, radicado em Düsseldorf, 1969)
Pedra e Vidro, 13 x 37 x 22 cm
O trabalho de Todo a meu ver é fascinante. A combinação de pedra com vidro aborda extremos com delicadeza e precisão. O artista considera a pedra como o receptáculo do DNA do mundo. É na pedra que estão todas as camadas do passado. Enquanto o vidro, ele o vê como uma janela para entendermos esse passado.
Antigo Estádio Nacional do Japão, 2020
Ramon Todo (Japão, radicado em Düsseldorf, 1969)
Debris do antigo estádio com camada de vidro, 25 x 27 x 19cm
Ruhrgebiet – andieWand, 2016
Ramon Todo (Japão, radicado em Düsseldorf, 1969)
carvão da região do Ruhr, com camada de vidro, : 7 x 23 x 18 cm
o.T. – spitz, 2014
Ramon Todo (Japão, radicado em Düsseldorf, 1969)
mármore branco e vidro, 14 x 30 x 15 m
Sub-Alemanha, 2005
Ramon Todo (Japão, radicado em Düsseldorf, 1969)
pedra e camada de vidro, 25 × 32 × 15 cm
Por mim, Ramon Todo não precisava explicar a simbologia das peças. Seria suficiente apresentá-las. Sou atraída pelos opostos unidos: formas naturais com a precisão matemática das camadas de vidro em cores contrastantes.
Todo tem entre suas obras também livros combinados com vidro. Essas já não me atraíram tanto. Talvez por serem ambos materiais feitos pelo homem. Procure e as verá. Obra muito interessante e sedutora. Quase um haicai da escultura.