“As vozes da Natureza” soneto de Olegário Mariano

10 07 2022

Luz na mata

Alexandre Reider (Brasil, 1973)

óleo sobre tela

As vozes da Natureza

Olegário Mariano

 

As vozes que nos vêm da natureza

Traduzem sempre um mútuo sentimento.

Cantam as frondes pela voz do vento,

Pelo manancial canta a represa.

 

Pelas estrelas canta o firmamento          

Nas suas grandes noites de beleza.

Cada nota a outra nota vive presa,

É um pensamento de outro pensamento.

 

Pelas folhas murmura a voz da estrada,              

Pelos salgueiros canta a água parada

E o amigo sol, apenas se levanta,

 

Jogando o manto de ouro ao céu deserto,

Chama as cigarras todas para perto,

Que é na voz das cigarras que ele canta.

 

Em: Toda uma vida de poesia — poesias completas, Olegário Mariano, Rio de Janeiro, José Olympio: 1957, volume 1 (1911-1931), p. 158.





Imagem de leitura — Glenda Brown

10 07 2022

Leitura

Glenda Brown (EUA, contemporânea)

óleo sobre tela





Domingo, um passeio no campo!

10 07 2022

Horto florestal

João Benatti (Brasi, contemporâneo)

acrílica sobre tela, 50 x 75 cm





Em casa: Steve Henderson

9 07 2022

Chá do meio do dia

Steve Henderson (EUA, 1957)





Flores para um sábado perfeito!

9 07 2022

Vaso de flores, 1954

Mick Carnicelli (Itália-Brasil, 1893-1967)

óleo sobre tela, 80 x 60 cm





Mulher e pintora: Sofonisba Anguissola

7 07 2022

Retrato de um ourives, 1566

Sofonisba Anguissola (Itália, c.1532–1625)

óleo sobre tela, 107 x 78 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

6 07 2022

Flores e frutas, s.d.

Silvana S. Assad Silas (Brasil, 1922)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm





Imagem de leitura:

5 07 2022

Lendo II, 1993

William Shih-Chieh Hung (China-EUA, 1928 – 2011)

óleo sobre tela





Nossas cidades: Aracaju

5 07 2022

Vista de Aracaju

Cléber Tintiliano (Brasil, contemporâneo)

Aquarela sobre tela





Curiosidade literária

4 07 2022

Leitura, c. 1888

Georges Lemmen (Bélgica, 1865-1916)

óleo sobre placa, 30 x 38 cm

Stephen Crane escreveu a maior obra sobre a Guerra Civil americana quando lançou O emblema vermelho da coragem.  Quando lhe perguntaram como conseguira descrever tão bem, com tanta acuidade cenas de batalha,  tendo nascido cinco anos após o término da guerra, respondeu que tudo que precisou saber, aprendeu observando jogos de futebol americano.